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Júlio Garcia recebe apoio do PSD e PSDB e chega a 17 votos para presidir a Alesc em 2025

Com a formalização do apoio dos pessedistas e dos tucanos, deputado estadual Júlio Garcia (PSD) chega perto dos 21 votos necessários voltar a presidir a Assembleia Legislativa

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As bancadas do PSD e do PSDB confirmaram na tarde desta terça-feira o apoio à candidatura do deputado estadual Júlio Garcia (PSD) à presidência da Assembleia Legislativa. Com a adesão do próprio partido e dos tucanos, o pessedista soma 17 votos dos 21 necessários para obter maioria.

Júlio Garcia recebe o apoio dos colegas de partidoJúlio Garcia recebe os colegas de PSD, Mário Motta e Napoleão Bernardes, em seu gabinete na Assembleia Legislativa – Foto: Divulgação/ND

Júlio Garcia, até agora, é o único nome na disputa. Ele já presidiu a Alesc por três mandatos, eleito em 2005, 2007 e 2019.

Na semana passada, o pessedista recebeu o apoio oficial das bancadas do PP, do União Brasil e do bloco formado por Podemos, Novo e Republicanos. Além deles, o deputado estadual Ivan Naatz (PL) também declarou apoio nas redes sociais.

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PL, MDB e PT e ainda não se manifestaram sobre candidatura de Júlio Garcia

A bancada do PSD tem três deputados estaduais: Napoleão Bernardes, Mário Motta e o próprio Júlio Garcia.

“É fácil trabalhar com gente preparada. O deputado Júlio sabe ouvir e atender prioridades. Nós do PSD estamos felizes com sua decisão de abrir esse canal de diálogo na Assembleia Legislativa. Nossa bancada está unida nesse projeto”, ressaltou Napoleão Bernardes, líder do PSD na Alesc.

O PSDB tem dois deputados estaduais: Marcos Vieira e Vicente Caropreso.

“O deputado Júlio Garcia tem todas as credenciais para liderar mais uma vez a Assembleia Legislativa e tem o nosso apoio para isso”, disse Marcos Vieira, também presidente estadual do partido.

As duas maiores bancadas da Alesc ainda não se manifestaram oficialmente. O PL do governador Jorginho Mello tem 12 integrantes e o MDB tem seis. Além deles, falta a posição dos partidos de esquerda – PT, PSOL e PDT, que ocupam seis cadeiras (quatro dos petistas).