O relator do processo de impeachment contra o governador Carlos Moisés no Tribunal Especial de Julgamento, deputado Kennedy Nunes, publicou vídeo nas redes sociais afirmando que está sendo impedido de investigar.
O parlamentar reagiu à decisão do presidente do Tribunal Especial de Julgamento, desembargador Ricardo Roesler, que indeferiu as testemunhas e provas arroladas pelo autor do primeiro impeachment, Ralf Zimmer Junior.
Em seu perfil no Instagram, o deputado publicou um vídeo, onde afirma que soube pela imprensa que Roesler “rejeitou todo o libelo de acusação do Tribunal ao qual eu sou relator, que está julgando o impeachment do governador Carlos Moisés sobre o aumento dos procuradores sem base legal”.
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O deputado afirma que a decisão o impede de fazer qualquer diligência ou ouvir qualquer testemunha, “como fiz nas mais de 20 testemunhas que ouvimos e dos mais de 4.200 minutos de oitivas que tivemos na CPI dos Respiradores para até então ter certeza da participação ou não dos impichados”.
Nunes finaliza em tom de ataque, afirmando que não é desembargador e não tem cargo vitalício, e que está baseado na legislação que exige dele a fiscalização do Executivo. “Portanto, sociedade catarinense, me faz necessário a manifestação para dizer: não estão me deixando investigar”, conclui.