Luciano Hang ‘assina’ carta pela democracia e se manifesta em transmissão ao vivo

Dono da rede de lojas Havan fez uma live para se manifestar "a favor da democracia e Constituição Brasileira"

Redação ND Blumenau

Receba as principais notícias no WhatsApp

Endossando críticas aos atos em frente à Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e em todo o Brasil na última quinta-feira (11), onde foi lida a “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito”, o empresário de Brusque, Luciano Hang, dono da Havan, fez uma transmissão ao vivo onde se posiciona a respeito e também “assina” uma carta.

Luciano Hang assina “carta” pela democracia e se manifesta na internet – Foto: DivulgaçãoLuciano Hang assina “carta” pela democracia e se manifesta na internet – Foto: Divulgação

Durante uma live transmitida na manhã da última quinta-feira (11), o empresário se manifestou “a favor da democracia e da Constituição Brasileira”, e criticou o evento realizado em frente à Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e reproduzido em diversas cidades do país, inclusive em Florianópolis.

Movimento em SC

Em conjunto com os movimentos nacionais, a leitura da carta em defesa da democracia e do processo eleitoral também foi realizada em Santa Catarina, na manhã da última quinta-feira (11), em um evento organizado pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina).

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir

O manifesto foi elaborado por iniciativa da Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo), e já conta com mais de 900 mil assinaturas.

Batizada como “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito”, o documento foi lançado nacionalmente após ataques do presidente Jair Bolsonaro (PL) às urnas eletrônicas e o sistema eleitoral brasileiro.

A carta defende que sejam respeitadas as decisões das urnas nas eleições de outubro e ainda cita como o processo é exemplo em todo o mundo. Segundo o documento, “Não há mais espaço para retrocessos autoritários”.