Lula passa por cirurgia no quadril e não precisará de UTI, diz equipe médica

Intervenção foi feita para tratar artrose no quadril direito; presidente segue direto para o quarto em até duas horas

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R7 Brasília

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cirurgia para tratamento de uma artrose no quadril direito do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizada nesta sexta-feira (29), foi concluída sem problemas. O procedimento foi feito em um hospital particular em Brasília e durou cerca de três horas. Agora, o petista segue direto para o quarto, sem precisar passar pela UTI, por decisão dos médicos.

Lula passou por cirurgia no quadril – Foto: Agência BrasilLula passou por cirurgia no quadril – Foto: Agência Brasil

“Foi uma cirurgia programada que transcorreu dentro da normalidade. Foi anestesia geral, como é praxe. Ele não vai para a UTI, vai para o quarto nas próximas duas horas precisamente”, disse Roberto Kalil, um dos médicos responsáveis pelo procedimento. O presidente fez também uma plástica nas pálpebras, que é chamada de blefaroplastia.

Lula chegou às 8h ao hospital, acompanhado da primeira-dama, Janja da Silva. Uma área do centro cirúrgico foi reservada para ele, que deve ficar internado ao menos até a próxima terça-feira (3). Dois médicos pessoais, que não atuaram na cirurgia, também acompanham o presidente.

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A equipe médica responsável pela cirurgia já acompanhava o quadro de Lula, e o procedimento foi realizado por quatro médicos, três de São Paulo e um de Brasília.

A cirurgia incluiu a inserção de uma prótese híbrida e é considerada de baixo risco. O petista foi submetido a uma anestesia geral. A intervenção era recomendada pela equipe médica, mas Lula vinha adiando a operação desde o fim do ano passado. Em diversas ocasiões, o presidente, de 77 anos, reclamou de dores.

O tempo de recuperação é de, no mínimo, três semanas, intervalo em que Lula deve despachar do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência.

Durante o período, o vice-presidente, Geraldo Alckmin, não deve assumir a Presidência da República, segundo fontes no Palácio do Planalto. A possibilidade chegou a ser discutida pelo governo, mas foi descartada.

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