Moacir Pereira comenta a repercussão da aprovação do pacotaço do governo de SC

Jornalista destaca que as medidas do governo estadual precisam ser a redução de filas para consultas e cirurgias de emergência

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Moacir Pereira comenta nesta quarta-feira (22) a repercussão da aprovação do “pacotaço” do governo estadual nesta terça (21) pela Alesc (Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina) com a contestação de vários deputados.

Emendas que pretendiam evitar projetos e artigos considerados inconstitucionais foram todas rejeitadas pela maioria governista. As tristes sessões da última semana do período Legislativo receberam adjetivos que mancham a imagem do Legislativo em todo o Estado.

Novas notas oficiais partiram de federações e associações empresariais de Santa Catarina contra o “pacotaço” em vários municípios e regiões do Estado e condenando as decisões da Alesc.

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Se os milhões que estão sobrando no Tesouro Estadual fossem resultado de um esforço de redução de gastos públicos radical por força da ação do funcionalismo de forma coletiva, os incontáveis benefícios e gratificações salariais seriam compreensíveis.

Se o critério fosse decorrente do aumento da produtividade do serviço público na administração estadual e respeitasse a ordem jurídica a partir da Constituição. A questão central é a folga temporária do Tesouro catarinense vem do aumento de impostos pagos pelos contribuintes em todo o Estado.

A prioridade do governo neste momento de pandemia deveria se fixar em medidas rápidas na área da secretaria da Saúde para reduzir as filas nas consultas e cirurgias, sendo mais de 103 mil catarinenses e centenas com procedimentos de emergência.

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