Representantes de entidades comunitárias e empresariais vão conversar nesta segunda-feira (7) com o vereador João Cobalchini (União Brasil), presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), sobre a tramitação do projeto de revisão do Plano Diretor de Florianópolis.
Tramitação sobre projeto de revisão do Plano Diretor está emperrada na Câmara de Florianópolis – Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação/NDÉ uma reunião de emergência motivada pela preocupação com a falta de prioridade com que o Legislativo municipal vem tratando o assunto, mesmo depois das 14 audiências públicas distritais realizadas entre junho e agosto e que receberam quase 1.500 manifestações de moradores.
A gota d´água foi a iniciativa de Cobalchini – que assume o comando da Câmara em janeiro – de pedir pareceres do IMA (Instituto de Meio Ambiente de SC), Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente), Floram (Fundação Municipal do Meio Ambiente) e ICMBio.
SeguirAntes disso, a decisão de fazer mais cinco audiências, que ainda não marcadas, já tinha causado apreensão entre as entidades, que não veem mais necessidade de outras consultas à população.O alerta é absolutamente pertinente.
A Câmara de Vereadores vem protelando a revisão do Plano desde que o texto foi entregue pelo prefeito Topázio Neto (PSD) em setembro, depois da análise do Conselho da Cidade.
Os vereadores já perderam um tempo precioso, em função do esvaziamento causado pela campanha eleitoral, e por falta de vontade política estão ficando sem tempo de votar o projeto de lei até o final de 2022
Estão na contramão. A cidade precisa de uma lei de planejamento urbano mais moderna, desburocratizada e com mecanismos mais eficientes para atacar problemas históricos que agravados nos últimos anos.