Manifestantes se reúnem no 63º Batalhão de Infantaria no Estreito, em Florianópolis. – Foto: Leo Munhoz/NDAté posso considera , mesmo que infelizmente a cada quatro anos, que o símbolo nacional seja lembrado e utilizado. Valorizado e respeitado é outra história. Infelizmente o país que queremos não virá de uma Copa do Mundo de futebol, festa, diversão e cerveja. Sinto muito, mas não virá!. Será resgatado, sim, no campo de batalha das ações concretas, eficientes e eficazes.
Da união, sacrifício, resiliência, perseverança, doação e foco na causa maior para todos nós, senão nossos filhos: um país gigante, livre, soberano, democrático, minimalista e respeitado por todos os demais. Um país onde haja, se respeite e defenda a liberdade de expressão e se combata e impeça qualquer tipo de abuso de poderes, principalmente a juristrocacia.
Será com ” sangue, suor e lágrimas” , como a história sempre mostrou para com aquelas nações que, hoje, são utilizadas por nós como referências: luta!.