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Oposição quer CPI para investigar denúncias da Operação Presságio

São necessárias oito assinaturas, dos 23 vereadores, para abertura da CPI. Por enquanto, quatro manifestaram favoráveis

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A oposição na Câmara de Vereadores de Florianópolis vai requerer a instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a prática e atos de agentes públicos supostamente envolvidos em esquema investigado pela Operação Presságio, desencadeada nesta quinta-feira (18) pela Polícia Civil.

Câmara de Vereadores de Florianópolis – Foto: CMF/Divulgação/NDCâmara de Vereadores de Florianópolis – Foto: CMF/Divulgação/ND

São necessárias oito assinaturas, dos 23 vereadores, para abertura da CPI. Por enquanto, quatro manifestaram favoráveis: Afrânio Boppré (PSOL), Cintia Mandato Bem Viver (PSOL), Tânia Ramos (PSOL) e Carla Ayres (PT).

O vereador Maikon Costa (PL) teria se manifestado a favor. A vereadora Manu Vieira (Novo) solicitou cópia do requerimento para depois decidir seu posicionamento.

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CPI teria prazo de 90 dias

Os secretários municipais, Ed Pereira, da pasta de Turismo, Cultura e Esporte e Fábio Braga, do Meio Ambiente, foram alvos de busca e apreensão na manhã desta quinta.

A suspeita é de que os dois agentes públicos estão envolvidos em um esquema ilícito que contratou, em 2021, uma empresa terceirizada de coleta de lixo. Além dos secretários da Prefeitura, também são citados servidores comissionados lotados em funções na Câmara Municipal.

A CPI teria em um prazo de 90 dias, prorrogáveis por igual período, por decisão de seus membros, ou do Plenário, para apurar e investigar a prática e atos de agentes públicos municipais supostamente envolvidos no esquema ilícito.