“A escolha de Sofia” é uma expressão que invoca a imposição de se tomar uma decisão difícil sob pressão e enorme sacrifício pessoal, como a vista no filme homônimo de 1982, que valeu a Meryl Streep o Oscar de melhor
atriz.
Petrobras – Foto: Fernando Frazão/Agência BrasilA adaptação do romance de William Styron conta a história de Sofia, uma polonesa que, sob acusação de contrabando, é presa com dois filhos pequenos, um menino e uma menina, no campo de concentração de
Auschwitz durante a 2ª Guerra. Um sádico oficial nazista dá a ela a opção de salvar apenas uma das crianças da execução, ou ambas morrerão, obrigando-a à terrível decisão.
O ministro Paulo Guedes recentemente citou o anacronismo de ter uma empresa de interesse nacional em bolsa de valores no mercado internacional. Afinal, “ou o Petróleo é nosso”, e sendo nacional deverá
garantir a autossuficiência e independência da nação, ou atenderá ao lucro dos acionistas, majoritariamente de fundos internacionais.
E nesse contexto, ao menos em valor, será um verdadeiro orgulho nacional. Mas… a que preço? Eis uma verdadeira “escolha de Sofia”. O mais interessante nessa discussão quase sempre resumida a um debate entre direita e esquerda é, na verdade, um conflito muito mais amplo entre princípios fundamentais.
Afinal, ser nacionalista, antes de ser bandeira da esquerda, é prova de patriotismo. E iniciar esse debate, com maturidade e responsabilidade, um dever cívico. Ao dar início a esse debate, o presidente executivo do Grupo ND, Marcello Corrêa Petrelli está #fazendodireito.
AGLOMERAÇÃO NO BANCO DOS RÉUS
Diante da falência do Estado – um câncer já herdado desde o nascimento da República e com origem na própria colonização brasileira– em especial do atual colapso absoluto da saúde pública representado pela falta de leitos de UTI, constitui-se verdadeiro crime que indivíduos promovam numerosas e desnecessárias aglomerações.
Afinal, já não estamos sequer no vermelho no “mapa de risco”. Estamos além! No preto! De luto! E, convenhamos: não é razoável e sequer moral se divertir enquanto milhares morrem e milhões choram a perda de seus familiares.
Você pode até se denominar negacionista. Mas seu direito vai até onde começa o direito do próximo. O exercício da empatia é uma das vacinas mais eficazes, não apenas para a pandemia, mas para própria evolução humana. Respeite o próximo. #fiqueemcasa #bandeirapreta #estamosdeluto