Pelé assume vaga de Mauricinho Soares na Câmara de Vereadores de Joinville

Mauricinho Soares foi afastado das atividades parlamentares no dia 14 de dezembro, por decisão unânime do plenário

Foto de Lincoln Pradal

Lincoln Pradal Joinville

Receba as principais notícias no WhatsApp

O suplente do vereador Mauricinho Soares (MDB), José Henkel (MDB), assumiu nesta sexta-feira (22) a vaga na Câmara de Vereadores de Joinville, no Norte de Santa Catarina. Em cerimônia discreta, Pelé, como é conhecido, tomou posse durante a manhã.

José Henkel assumiu a vaga de Mauricinho SoaresPelé assumiu a vaga nesta sexta-feira – Foto: CVJ/Divulgação/ND

A posse aconteceu em gabinete, após Pelé se apresentar à mesa diretora da Casa. “É uma satisfação poder contribuir com a sociedade. Desejo trabalhar de forma séria e honesta como sempre fiz e ajudar as pessoas fazendo o que estiver ao meu alcance”, afirmou o novo vereador.

José Henkel já foi vereador, durante a 18ª legislatura, entre 2017 e 2020. Na última eleição municipal, o político de 55 anos recebeu 2.371 e não foi eleito, ficando como segundo suplente.

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir
Posso aconteceu em gabinete, na sede do Legislativo – Foto: CVJ/Divulgação/NDPosso aconteceu em gabinete, na sede do Legislativo – Foto: CVJ/Divulgação/ND

O vereador Mauricinho Soares foi afastado pelo plenário da Câmara de Vereadores no último dia 14 de dezembro, em decisão unânime. Os vereadores votaram um requerimento do Conselho de Ética da Casa, após pedido apresentado pelo presidente do Legislativo, vereador Diego Machado (PSDB).

Mauricinho Soares está preso preventivamente

O vereador Mauricinho Soares não pode participar das sessões do Legislativo joinvilense, já que está preso preventivamente desde o último dia 8 de dezembro. Ele foi detido quando deixava a Câmara de Vereadores, cerca de uma semana depois da deflagração da Operação Profusão.

O parlamentar é apontado pela Polícia Civil como um dos principais operadores do esquema de fraude no Detran, em que os investigados são suspeitos de inserir dados falsos no sistema da autarquia para liberar CNHs suspensas por excesso de pontos.

Tópicos relacionados