Pesquisa para senador em São Paulo aponta direita e esquerda tecnicamente empatadas

Eduardo Bolsonaro tem vantagem pequena contra Fernando Haddad ou Geraldo Alckmin na pesquisa para senador em São Paulo

Foto de Adriano Assis

Adriano Assis São Paulo

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Pesquisa para senador em São Paulo tem Eduardo Bolsonaro (centro) na frente de Geraldo Alckmin (esquerda) e Fernando Haddad (direita)Pesquisa para senador em São Paulo mostra equilíbrio nas duas primeiras colocações – Foto: Montagem com fotos da Agência Brasil de Bruno Peres, Fernando Frazão e Marcelo Camargo

Direita e esquerda estão tecnicamente empatadas na pesquisa para senador em São Paulo publicada nesta terça-feira (6) pelo instituto Paraná Pesquisas. Eduardo Bolsonaro (PL) tem vantagem pequena, dentro da margem de erro de 2,4 pontos percentuais, contra Fernando Haddad (PT) ou Geraldo Alckmin (PSB). O levantamento é o mesmo que apontou liderança de Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao governo do estado.

Como são duas cadeiras em disputa nas Eleições 2026, a pesquisa para senador em São Paulo permitia que cada eleitor citasse dois nomes. No primeiro cenário, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PT) lidera com 36,5% das intenções de voto contra o ministro da Fazenda, Haddad, com 32,3%. Na terceira colocação, com 23,3%, aparece o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, que deve trocar o PL pelo PP nos próximos dias.

Filho do ex-presidente, Eduardo Bolsonaro lidera disputa pelo Senado em SP – Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilFilho do ex-presidente, Eduardo Bolsonaro lidera disputa pelo Senado em SP – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Na sequência aparecem o ex-ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles (Novo), com 13,6%, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho (PT), com 10,7%, Mara Gabrilli (PSD), com 10,4%, Renata Abreu (Podemos), com 6,7%, Cezinha de Madureira (PSD), com 3,7% e Giordano (MDB), com 1,1%.

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A tendência é que a disputa pelas vagas ao Senado ganhe mais destaque, sendo priorizada, principalmente, por PT e PL. Os senadores podem barrar nomeações às agências reguladoras e o presidente da Casa é o responsável por autorizar ou não um processo de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ministro Fernando Haddad pode ser opção do PT para disputar vaga no Senado – Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilMinistro Fernando Haddad pode ser opção do PT para disputar vaga no Senado – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Pesquisa para senador em São Paulo: segundo cenário

Quando o petista Fernando Haddad é substituído pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, a pesquisa para senador em São Paulo aponta uma vantagem ainda menor de Eduardo Bolsonaro: 36,5% x 34,6%.

Atual vice-presidente e ministro, Geraldo Alckmin pode vir ao Senado em 2026 – Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilAtual vice-presidente e ministro, Geraldo Alckmin pode vir ao Senado em 2026 – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O restante do cenário pouco muda, aparecendo na sequência, Guilherme Derrite, com 23,6%, Ricardo Salles, com 14,4%, Luiz Marinho, com 11,8%, Mara Gabrilli, com 10,8%, Renata Abreu, com 7,6%, Cezinha de Madureira, com 3,2% e Giordano, com 1,2%.

Mara Gabrilli e Giordano buscam se reeleger ao Senado pelo estado. O emedebista era suplente e assumiu a cadeira com a morte de Major Olímpio (ex-PSL), em 2021, por complicações da Covid-19. Já o senador Marcos Pontes (PL), que foi ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações no governo Bolsonaro, tem mandato até 2030.

A pesquisa para senador em São Paulo do instituto Paraná Pesquisas ouviu 1,7 mil eleitores em 85 municípios de São Paulo entre os dias 1º e 4 de maio. Segundo a empresa, a pesquisa tem 95% de grau de confiança e a margem de erro é de aproximadamente 2,4 pontos percentuais.