Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes determinou que a PF (Polícia Federal) identifique em 15 dias os integrantes de um grupo que fez ameaças à Corte no Telegram. O grupo era intitulado de “caçadores de ratos do STF” e teria sediado diversas ameaças ao Supremo.
Ministro Alexandre de Moraes determinou que a PF deve integrar relatório com o nome dos integrantes do grupo em até 15 dias – Foto: Carlos Moura/STF/Divulgação/NDMoraes atendeu ao pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República) em sua decisão. A descoberta do grupo foi feita durante as investigações sobre o influenciador Ivan Rejane. Em vídeos compartilhados na internet, Rejane ameaçou “caçar” os magistrados e políticos como o ex-presidente Lula e está preso desde julho.
A PGR revelou que a Polícia Federal apresentou relatório final sobre o caso e citou a existência do grupo, com 159 membros, mas não identificou seus integrantes.
Seguir“A autoridade policial indiciou o investigado pelo cometimento do crime de associação criminosa, mas não identificou quais seriam os seus integrantes, além do indiciado”, explica a Procuradoria.
“Neste contexto, a Polícia Federal, por meio de exame técnico, constatou a existência de um grupo de Telegram, denominado ‘Caçadores de ratos do STF’, que se encontra ativo e tem 159 (cento e cinquenta e nove) membros. Porém, não procedeu à identificação de seus membros e não esclareceu se foi possível extrair o conteúdo das mensagens de tal grupo”, finaliza A PGR.