Por que vice anunciada na chapa com Carlito Merss pelo PT de Joinville pode ser trocada

Presidente do partido, Antonia Grigol foi indicada por "mera formalidade", segundo Carlito Merss, que afirma manter conversas com outros partidos de esquerda

Foto de Lincoln Pradal

Lincoln Pradal Joinville

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A presidente do PT de Joinville, Antonia Grigol, foi anunciada na noite desta segunda-feira (5) como candidata a vice ao lado de Carlito Merss, durante convenção da federação Brasil da Esperança, formada pelo Partido dos Trabalhadores com PCdoB e PV. Grigol, porém, pode dar lugar a outra pessoa até o dia 15 de agosto, data limite para registros de candidatura.

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    Convenção do PT aconteceu na Recreativa dos Comerciários - Carlos Jr/ND
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Esta possibilidade foi anunciada em alto e bom som durante a convenção, que aconteceu na Recreativa dos Comerciários. Na hora da aprovação da ata, os votantes deram aval para que o documento deixasse em aberto a possível mudança. De acordo com Merss, a indicação de Grigol foi “mera formalidade”.

“Nós estamos conversando com vários partidos ainda. E nós teríamos mesmo junto ao PCdoB e ao PV outros nomes. Mas por uma questão de formalidade nós fizemos isso”, explica Carlito Merss.

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A estratégia adotada pelo PT não é novidade. Diferentes partidos, em todo o país, costumam deixar as atas abertas quando, ao final do prazo para convenções, ainda existem definições a serem amadurecidas até a data final para registro de candidaturas.

Segundo Carlito Merss, há conversas com outros partidos do campo progressista em Joinville, até mesmo com o PSB de Rodrigo Bornholdt, que já deixou claro que não abrirá mão da cabeça de chapa. Sobre o PT indicar um vice para Bornholdt, Merss afirma que “este debate já está superado” e demonstra que não há interesse de compor com o PSB nesta configuração.

Carlito Merss acredita em união no segundo turno

Com uma total indefinição sobre a posição de vice na chapa de Merss e a irredutibilidade de Bornholdt com sua candidatura, o período de convenções chega ao fim em Joinville deixando mais perguntas do que respostas ao eleitorado de esquerda, e o principal questionamento é: os partidos do chamado campo progressista vão conseguir chegar a bom termo para tentar uma frente ampla na cidade?

De qualquer maneira, para Carlito Merss, tanto a candidatura dele quanto as de Bornholdt e de Luiz Claudio Gubert (MDB) “vão qualificar o debate”. E o candidato do PT deixa uma porta aberta para o futuro próximo: “vamos conversar com a população, sem agressão e sabendo que no segundo turno vamos estar todos juntos”.

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