Posse de Lula não teve tradicionais tiros de canhão; saiba motivo

Tiros de canhão na posse foram instituídos durante proclamação da República

Redação ND Florianópolis

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A tradicional salva de 21 tiros de canhão que marca o início da cerimônia de posse do presidente da República, após a passagem do chefe do Executivo pelo Congresso Nacional, não foi realizada na solenidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), neste domingo (1º).

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante cerimônia de posse, no Palácio do Planalto. – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/NDO presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante cerimônia de posse, no Palácio do Planalto. – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/ND

De acordo com ela, que coordenou a equipe do novo governo responsável pelo evento de posse, a decisão tem como objetivo preservar pessoas com deficiência e animais que podem ter transtornos com ruídos excessivos. Ela tinha antecipado a possibilidade ainda durante a transição de governo.

Janja explicou que a solicitação partiu de entidades ligadas a pessoas com deficiência e no espectro autista, e também por organizações em defesa dos direitos dos animais.

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“A gente teve uma demanda que foi a questão dos barulhos que possam perturbar pessoas com deficiência, especificamente fogos de artifício e a salva de tiros de canhão programada para a posse”, explicou Janja, em declaração à imprensa no início de dezembro.

Tradição

A tradicional salva de 21 tiros de canhão é realizada pelo 32º Grupo de Artilharia de Campanha e foi instituída durante a proclamação da República.

A honraria também faz parte do protocolo das sessões de abertura e encerramento dos trabalhos legislativos e judiciários, e também é replicada aos chefes de Estado de outros países em visita à capital federal.

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