Prefeito de Joinville participa de audiência pública sobre Bombeiros Voluntários no Senado

O debate se deu em função da tramitação de Projeto de Lei que estabelece regras para polícias e bombeiros militares

Redação ND Joinville

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Na manhã desta terça-feira (11), o prefeito Adriano Silva participou como convidado de audiência pública no Senado Federal que tratou sobre a atuação dos Bombeiros Voluntários. O Projeto de Lei 3045/2022 em trâmite na Câmara prevê dois artigos que devem impactar diretamente a corporação de Joinville.

Debate ocorreu após mobilização dos senadores de Santa Catarina – Foto: Prefeitura de Joinville/Divulgação/NDDebate ocorreu após mobilização dos senadores de Santa Catarina – Foto: Prefeitura de Joinville/Divulgação/ND

Durante a Audiência Pública, Adriano Silva, que atua como Bombeiro Voluntário há 20 anos, contou um pouco de sua vivência junto à corporação e destacou a importância dos voluntários para a maior cidade de Santa Catarina.

“O cidadão quer ser atendido, não importando se o bombeiro é voluntário ou militar. Nós temos que somar esforços e trabalhar em conjunto pelo bem dos brasileiros. Temos que dar segurança jurídica para que os bombeiros voluntários possam atuar nas cidades que estão estabelecidos”, destaca o prefeito.

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A audiência pública foi uma proposição da senadora Ivete da Silveira, que recebeu apoio do senador Esperidião Amin e foi aprovada pela Comissão de Segurança Pública do Senado. O Projeto de Lei em tramitação conta com 17 emendas e 28 manifestações de diversas instituições, incluindo da Prefeitura de Joinville.

Dados da Associação dos Bombeiros Voluntários no Estado de Santa Catarina apresentados durante a Audiência Pública demonstram que corporações de Bombeiros Voluntários estão presentes em 52 municípios catarinenses, com uma população atendida superior a 1,6 milhão de habitantes. Somente em 2022, os Bombeiros Voluntários prestaram mais de 90 mil atendimentos.

“Os Bombeiros Voluntários têm competência para continuar atendendo o cidadão. Queremos sair daqui com a regulamentação que Voluntários e Militares sejam reconhecidos de forma igualitária, com segurança jurídica para seguir com seus trabalhos”, conclui Adriano.

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