A Associação Empresarial de Joinville e o prefeito da cidade do Norte catarinense, Adriano Silva, se manifestaram contra manifestações violentas após os atos realizados neste domingo (8) em Brasília que terminaram com a invasão das sedes dos Três Poderes.
Manifestantes invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto. – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/NDEm suas redes sociais, o prefeito de Joinville, defendeu o direito da livre manifestação e a liberdade de expressão, mas repudiou atos violentos. “Violência e depredação em órgãos públicos são inaceitáveis. Em qualquer ato democrático, o respeito deve prevalecer”, informou Adriano.
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Procurada pela reportagem do Portal ND+, a presidente da Acij (Associação Empresarial de Joinville), Maria Regina de Loyola Rodrigues Alves, afirmou em nota que os fatos ocorridos em Brasília são graves, lamentáveis e inaceitáveis.
A presidente também destacou que manifestações não podem ser confundidas com violência, atos de vandalismo ou invasão de patrimônios públicos ou de propriedades privadas.
A entidade reafirmou seu compromisso com a defesa da democracia, do respeito às instituições e das liberdades de pensamento, de expressão e de manifestação.
Veja nota da Acij
ACIJ afirma que violência e vandalismo são graves e inaceitáveis
Na avaliação da ACIJ, os fatos ocorridos em Brasília neste domingo, dia 8 de janeiro, são graves, lamentáveis e inaceitáveis, devendo ser rigorosamente investigados e responsabilizados.A entidade reafirma seu compromisso com a defesa da democracia, do respeito às instituições e das liberdades de pensamento, de expressão e de manifestação.A ACIJ destaca que estas manifestações não podem, de forma alguma, ser confundidas com violência, atos de vandalismo ou invasão de patrimônios públicos ou de propriedades privadas.
Polícia desmobiliza acampamento em frente ao 62º BI
Na manhã desta segunda-feira (9), o acampamento montado há mais de dois meses em frente ao 62º BI (Batalhão da Infantaria) de Joinville foi desmontado pela Polícia Militar.
Ação foi realizada após uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, que determinou a desocupação das manifestações em todo o país em 24 horas, após as invasões ao Congresso Nacional e à sede do STF, em Brasília, no domingo (8).