Projetos do TJ, Alesc, TCE e MP no pacotaço custarão R$ 65 milhões aos cofres públicos em 2022

Sete das 30 matérias que estão na pauta acelerada de fim de ano em Santa Catarina tiveram origem nos poderes e órgãos autônomos; propostas aumentam salários e criam gratificações

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Mesmo que a maior fatia do pacotaço seja de propostas do Executivo, os poderes Legislativo, Judiciário e os órgãos autônomos Ministério Público e Tribunal de Contas também aproveitaram a oportunidade da tramitação acelerada dos projetos no fim de ano.

Com a inclusão de mais um projeto de lei – que trata da venda de imóveis públicos – subiu para 30 o número de PLs e PLCs do pacotaço.

Na maioria, as matérias também concedem benefícios aos servidores dos órgãos e trazem mais gastos aos cofres públicos.

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Na Assembleia Legislativa, por exemplo, o aumento é estimado em R$ 34,7 milhões para 2022.

Em seguida, o Tribunal de Justiça estima gasto anual de quase R$ 15 milhões no próximo ano.

O Tribunal de Contas terá aumento de R$ 8,2 milhões nas despesas de 2022.

Já o Ministério Público estima gastos de R$ 7,5 milhões no ano que vem.