Reforma Eleitoral: o que dizem os candidatos ao governo de SC

Postulantes ao cargo de governador do Estado falaram sobre os principais temas em debate durante a campanha eleitoral

Daniel Hugen Florianópolis

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Dez candidatos concorrem a vaga ao governo de Santa Catarina nas Eleições 2022.  A lista está disponível no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Veja abaixo, por ordem alfabética, o que os postulantes a governador de SC falaram ao portal Voto+ sobre a reforma eleitoral.

Dez candidatos disputam o cargo de governador de SC – Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação/NDDez candidatos disputam o cargo de governador de SC – Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação/ND

Décio Lima (PT):

Reduzir a grande quantidade de partidos no Brasil é um passo necessário para a realização de uma boa reforma política, mais inclusiva, compreensiva e participativa em termos de representação popular. Devemos, contudo, assegurar que a mesma seja mais aberta à diversidade e às minorias.

Esperidião Amin (PP)

Avançamos com o fim da coligação nas eleições proporcionais e com a cláusula de desempenho. É preciso prosseguir.

Gean Loureiro (União Brasil)

Sou a favor da reforma. É necessário pensar em um formato que contemple mais o cidadão do que os interesses partidários. A população não aguenta mais essa sopa de letrinhas de partidos. O União Brasil, por exemplo, já é um partido que unificou duas siglas que tinham semelhanças ideológicas.

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Jorge Boeira (PDT)

Absolutamente necessária. O País não suporta mais a indústria dos partidos políticos e a pulverização das representações partidárias no Congresso que resultam em enormes dispêndios. Também será preciso rediscutir o fenômeno da reeleição, das eleições a cada dois anos e o fundo eleitoral.

Jorginho Mello (PL)

Entendo que uma reforma eleitoral tem que ser discutida com a sociedade, o Congresso e os partidos políticos. É melhor as coligações em eleições proporcionais do que o distritão. Sou contra também a cláusula de barreira. O fim do financiamento público das campanhas é um avanço.

Leandro Borges (PCO)

Reformas do sistema de organização partidária, sem cláusula de barreira; juízes e procuradores com mandato eletivo.

Moisés (Republicanos)

Defendo um Estado que se firme cada vez mais sobre os pilares da democracia. Esse é o caminho para a construção de uma sociedade que atenda os cidadãos de forma justa e igualitária. O processo eleitoral deve ser aprimorado continuamente, sempre seguindo esses princípios.

Odair Tramontin (Novo)

A Reforma Eleitoral é fundamental e urgente. Precisamos, dentre outras coisas, acabar com o excesso de partidos, rever a reeleição e, principalmente, proibir o uso de recursos públicos para financiar campanhas eleitorais, especialmente o Fundão Eleitoral.

Professor Alex Alano (PSTU)

Vivemos uma contrarreforma eleitoral que cada vez mais tira o direito de partidos ideológicos participarem do processo, retiraram nosso pouco tempo de TV e rádio para privilegiar os grandes partidos da burguesia, que ganham cada vez mais recursos. Precisamos de uma reforma que garanta a democracia.

Ralf Zimmer (Pros)

Embora seja matéria de competência do Congresso Nacional e não dos Estados, penso que deve avançar para termos mais segurança e representatividade, a menor custo. Voto distrital, segurança das urnas, dentre outros, são temas que merecem avançar.

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