Dez candidatos concorrem a vaga ao governo de Santa Catarina nas Eleições 2022. A lista está disponível no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Veja abaixo, por ordem alfabética, o que os postulantes a governador de SC falaram ao portal Voto+ sobre a reforma eleitoral.
Dez candidatos disputam o cargo de governador de SC – Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação/NDDécio Lima (PT):
Reduzir a grande quantidade de partidos no Brasil é um passo necessário para a realização de uma boa reforma política, mais inclusiva, compreensiva e participativa em termos de representação popular. Devemos, contudo, assegurar que a mesma seja mais aberta à diversidade e às minorias.
Esperidião Amin (PP)
Avançamos com o fim da coligação nas eleições proporcionais e com a cláusula de desempenho. É preciso prosseguir.
Gean Loureiro (União Brasil)
Sou a favor da reforma. É necessário pensar em um formato que contemple mais o cidadão do que os interesses partidários. A população não aguenta mais essa sopa de letrinhas de partidos. O União Brasil, por exemplo, já é um partido que unificou duas siglas que tinham semelhanças ideológicas.
Seguir
Jorge Boeira (PDT)
Absolutamente necessária. O País não suporta mais a indústria dos partidos políticos e a pulverização das representações partidárias no Congresso que resultam em enormes dispêndios. Também será preciso rediscutir o fenômeno da reeleição, das eleições a cada dois anos e o fundo eleitoral.
Jorginho Mello (PL)
Entendo que uma reforma eleitoral tem que ser discutida com a sociedade, o Congresso e os partidos políticos. É melhor as coligações em eleições proporcionais do que o distritão. Sou contra também a cláusula de barreira. O fim do financiamento público das campanhas é um avanço.
Leandro Borges (PCO)
Reformas do sistema de organização partidária, sem cláusula de barreira; juízes e procuradores com mandato eletivo.
Moisés (Republicanos)
Defendo um Estado que se firme cada vez mais sobre os pilares da democracia. Esse é o caminho para a construção de uma sociedade que atenda os cidadãos de forma justa e igualitária. O processo eleitoral deve ser aprimorado continuamente, sempre seguindo esses princípios.
Odair Tramontin (Novo)
A Reforma Eleitoral é fundamental e urgente. Precisamos, dentre outras coisas, acabar com o excesso de partidos, rever a reeleição e, principalmente, proibir o uso de recursos públicos para financiar campanhas eleitorais, especialmente o Fundão Eleitoral.
Professor Alex Alano (PSTU)
Vivemos uma contrarreforma eleitoral que cada vez mais tira o direito de partidos ideológicos participarem do processo, retiraram nosso pouco tempo de TV e rádio para privilegiar os grandes partidos da burguesia, que ganham cada vez mais recursos. Precisamos de uma reforma que garanta a democracia.
Ralf Zimmer (Pros)
Embora seja matéria de competência do Congresso Nacional e não dos Estados, penso que deve avançar para termos mais segurança e representatividade, a menor custo. Voto distrital, segurança das urnas, dentre outros, são temas que merecem avançar.