Serviço Secreto descobre plano de Irã para matar Trump; país nega

Serviço Secreto informou a equipe do ex-presidente, que reforçou a segurança do republicano

Foto de Redação ND

Redação ND Florianópolis

Receba as principais notícias no WhatsApp

O ex-presidente e candidato nas eleições norte-americanas deste ano, Donald Trump, teve a segurança reforçada após uma suposta tentativa do Irã de assassiná-lo. O plano teria sido descoberto pelo Serviço Secreto dos Estados Unidos, informou a agência de notícias Associated Press.

Serviço Secreto dos Estados Unidos aponta plano do Irã para assassinar Donald TrumpServiço Secreto dos Estados Unidos aponta plano do Irã para assassinar Donald Trump – Foto: X/ Reprodução/ ND

Plano do Irã não teria relação com atentado em comício, diz agência

Segundo a AP, o ataque no comício de sábado (13) não tem relação com a suposta trama iraniana. A informação sobre o suposto atentado foi compartilhada com a equipe de segurança e da campanha do republicano.

Mesmo com reforço da segurança, o Serviço Secreto não conseguiu impedir o ataque na Pensilvânia. Na ocasião, além do ex-presidente, outras duas pessoas se feriram com gravidade e um participante do evento morreu. Um jovem, de 20 anos, apontado como autor dos disparos, foi morto por agentes de segurança.

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir

Irã nega complô para matar Donald Trump

Nesta quarta-feira (17), o Irã negou envolvimento em suposta trama para assassinar o ex-presidente norte-americano. Segundo a AFP (Agence France-Presse), o governo iraniano classificou as acusações como “maliciosas” e “não corroboradas”.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Naser Kanani, declarou que Teerã “rejeita com veemência qualquer envolvimento no recente ataque contra Trump”.

Kanani também destacou que o Irã segue “determinado a processar Trump por seu papel direto no assassinato do general Qasem Soleimani”, o comandante da Guarda Revolucionária que foi vítima de um drone americano lançado no Iraque em 2020.

Morte de líder iraniano foi ordenada pelo ex-presidente

Em janeiro de 2020, período em que o republicano era presidente dos Estados Unidos, um bombardeio ordenado por ele matou o major-general Qasem Soleimani, que tinha 62 anos e comandou as Forças Quds — unidade especial da Guarda Revolucionária Iraniana — por mais de 20 anos. Soleimani tinha ligação com milhares de mortes no Oriente Médio.

Tópicos relacionados