Suposta falsidade ideológica na Fecam é denunciada ao Ministério Público

Notícia de fato sobre inclusão de nomes sem autorização em duas chapas - que foram impugnadas - foram apresentadas ao MP catarinense

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Os supostos casos de falsidade ideológica – que motivaram a impugnação de duas das três chapas registradas para a eleição à presidência da Fecam (Federação Catarinense dos Municípios) – foram comunicados nesta quarta-feira (26) ao MP-SC (Ministério Público de Santa Catarina). A notícia de fato foi encaminhada pela própria Fecam.

A eleição será na segunda-feira (31), na Assembleia Legislativa.

Chapa registrada pelo prefeito Clezio foi uma das impugnadas – Foto: Divulgação/NDChapa registrada pelo prefeito Clezio foi uma das impugnadas – Foto: Divulgação/ND

As chapas encabeçadas pela prefeita de Vargem, Milena Andersen Lopes (PL), pelo prefeito de São João do Itaperiú, Clézio José Fortunato (MDB), foram excluídas do processo.

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Candidaturas sem autorização

Conforme análise da Comissão Eleitoral da Fecam, proferida na terça-feira (25), tanto a chapa 2 quanto a chapa 3 inscreveram candidatos sem autorização.

A prefeita Nilza Nilda Simas, de Itapema, encaminhou ofício informando à Fecam que não havia concordado com sua inclusão na chapa 2.

Já na chapa 3, o prefeito Juliano Schneider, de Luzerna, também encaminhou ofício informando que não havia concordado com a inclusão do nome.

O prazo para inscrição de chapas terminou na segunda-feira (24) e as eleições estão marcadas para segunda-feira (31), no Palácio Barriga Verde, sede da Assembleia Legislativa. As chapas impugnadas não poderão mudar os integrantes.