Os preços estão tão absurdos que de posse de um cardápio a maneira atual de ler é pelo sistema de escrita dos árabes, da direita para a esquerda …primeiro o preço , depois o que vamos comer! Hoje o paladar está relacionado ao cifrão. E além disso, é perceptível que apesar dos preços nada apetitosos houve uma redução na quantidade oferecida, principalmente, tratando-se de carne. Claro que a pandemia tem suas interferências diretas, mas com certeza há os aproveitadores de plantão que só pensam em vantagens. Depende de nós não sermos a presa. Dos 60 itens que mais sobem de preço, cerca de 70% são alimentos. E não fica apenas na mesa de um restaurante , as gôndolas dos supermercados refletem esse descompasso de reajustes onde a classe pobre é a mais atingida e impedida muitas vezes de comer . Especialistas garantem que o ano de 2022 não será tão agressivo , mas manterá em alta os preços dos alimentos.