Uma das forças da economia catarinense, o cooperativismo também está atento às movimentações políticas de 2022. Em ano eleitoral, a Ocesc (Organização das Cooperativas do Estado) prepara uma série de reivindicações históricas aos candidatos a cadeiras estaduais e federais.
O assunto foi questionado pelo blog nesta terça-feira (5), durante a apresentação do balanço estadual das ações de 2021. São três as principais preocupações, conforme o superintendente da Ocesc, Neivo Luiz Panho.
Obras do contorno viário de Chapecó – Foto: Ricardo Wolfenbuttel/Divulgação/NDA primeira delas é a questão tributária, em especial com a isonomia entre os Estados vizinhos, para garantir a competitividade catarinense.
SeguirTambém, a melhoria da infraestrutura de transportes, em especial na malha rodoviária. O presidente da Ocesc, Luiz Vicente Suzin, citou as rodovias BR-470 e BR-282.
Além disso, ações que garantam a manutenção da sanidade animal dos rebanhos criados em Santa Catarina.
Em 2021, 255 cooperativas que atuam em sete ramos tiveram receita operacional bruta de R$ 67,9 bilhões. O crescimento foi de 37,32%, mais de oito vezes em relação ao PIB brasileiro do ano passado, que ficou em 4,6%.
- Receitas totais por ramos
- R$ 48,7 bilhões – 48 cooperativas agropecuárias
- R$ 8,7 bilhões – 65 cooperativas de crédito
- R$ 5,9 bilhões – 31 cooperativas de saúde
- R$ 1,6 bilhão – 39 cooperativas de infraestrutura
- R$ 1,4 bilhão – 16 cooperativas de consumo
- R$ 1,3 bilhão – 43 cooperativas de transporte
- R$ 27,6 milhões – 13 cooperativas de trabalho, produção de bens e serviços
- 3.486.438 de pessoas atendidas pelo sistema cooperativista
- 82.769 empregados diretos