Veja quais são os 6 itens que Dilma Rousseff não devolveu quando era presidente da República

Itens teriam sido recebidos pela ex-presidente durante as solenidades realizadas no Brasil e também no exterior

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Redação ND Florianópolis

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A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) não devolveu seis dos 144 bens que incorporou a seu acervo pessoal quando estava à frente da presidência da República. Os objetos, juntos, valem R$ 4.873. Os dados constam no relatório do TCU (Tribunal de Contas da União).

Os itens teriam sido recebidos pela ex-presidente durante as solenidades realizadas no Brasil e também no exterior. Em 2016, o tribunal emitiu um acórdão questionando a localização de 144 bens recebidos pela ex-presidente, de 2011 a 2016. Dilma foi orientada a juntar os itens ao patrimônio da União. As informações são do site Poder 360.

Defesa de Dilma disse que itens estariam sob a guarda da Diretoria de Documentação Histórica do Gabinete Pessoal da Presidência da República – Foto: Roberto Stuckert Filho/PRDefesa de Dilma disse que itens estariam sob a guarda da Diretoria de Documentação Histórica do Gabinete Pessoal da Presidência da República – Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Após três anos, a administração da presidência informou que ainda faltam seis objetos. Os demais foram localizados.

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Eis os itens não localizados:

  • rede de descanso chamada de Hamaca de Tejido Larense;
  • travessa em madeira do fabricante Muskoka;
  • relógio de mesa com caixa circular em aço inox, do fabricante Val Saint Lambert;
  • relógio de mesa fixado em suporte de madeira com porta-canetas;
  • painel em tapeçaria (medindo 162,5x110cm) mostrando homem tocando instrumento musical, do artista J. Fortes;
  • pintura em tecido (medindo 88x68cm) retratando mulher negra com pote na cabeça e filho nas costas, com inscrição “Povo Hereiro” no verso.

Em 2020, após tentativas de cobrar os objetos, o TCU desistiu de reavê-los por conta do baixo valor. “Relativamente à ex-presidente Dilma Rousseff, restam pendentes de devolução seis bens, que somam R$ 4.873. Portanto, os montantes relativos aos bens não localizados são passíveis de dispensa de instauração de TCE [tomada de contas especial], nos termos do art. 6º da IN-TCU 76/2016”, consta na decisão.

Ao tribunal, a defesa de Dilma disse que “os itens não localizados se encontrariam sob a guarda da Diretoria de Documentação Histórica do Gabinete Pessoal da Presidência da República”. O departamento informou que fez uma varredura no Palácio da Alvorada e não encontrou as peças.

O Poder360 tentou contato com a assessoria da ex-presidente, mas não recebeu resposta até a publicação deste texto. O espaço segue aberto.

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