A vereadora Priscila Fernandes (Podemos) quer a criação de uma cota de 40% de mulheres vítimas de violência doméstica na contratação da mão de obra do futuro restaurante popular de Florianópolis.
Sede do futuro restaurante popular de Florianópolis, na avenida Mauro Ramos – Foto: Divulgação/NDEla apresentou uma indicação nesse sentido, que será enviada ao Executivo depois da leitura em plenário.
Ela justifica que as ações repressivas como a adoção de medidas protetivas, afastamento do lar, prisão temporária, entre outros, não são suficientes “para retomar a dignidade e a independência de uma mulher que sofreu qualquer tipo de agressão”.
SeguirPesquisas recentes indicam que quase 50% das mulheres vítimas de violência doméstica são dependentes financeiramente dos agressores.