VÍDEO: Deixar de fortalecer CGE é interferência sutil e abre campo para corrupção

Controladoria-Geral do Estado, criada pelo governador Carlos Moisés, vem fazendo um bom trabalho, como o acordo de leniência milionário, mas precisa de mais estrutura para trabalhar

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Além do inédito acordo de leniência firmado junto à empresa Neoway, no valor de R$ 50,6 milhões, e os 12 processos administrativos a serem abertos com base na primeira fase da Operação Alcatraz, revelados em primeira mão nesta quarta-feira (16), no comentário para o SC no Ar, da NDTV, a CGE (Controladoria-Geral do Estado) está cuidando de outros quatro processos administrativos no Caso dos Respiradores.

Também, no fim de janeiro, o primeiro processo administrativo da CGE condenou uma construtora a pagar multa de R$ 852 mil ao Estado.

Conforme o controlador-geral do Estado, Cristiano Soccas da Silva, fora tudo isso, fatos que ainda não foram revelados publicamente estão por vir.

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Cristiano Soccas da Silva é o controlador-geral do Estado de Santa Catarina – Foto: Altair Magagnin/NDCristiano Soccas da Silva é o controlador-geral do Estado de Santa Catarina – Foto: Altair Magagnin/ND

A Controladoria-Geral do Estado de Santa Catarina, criada pelo governador Carlos Moisés (sem partido), está fazendo um bom trabalho. Ao que parece, trabalha livre de interferências políticas.

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Mas, precisa de estrutura. O projeto de lei que reforça a estrutura da CGE está parado e falta efetivo para conduzir os trabalhos.

Enfraquecer, ou deixar de fortalecer, as estruturas de controle é deixar o campo aberto para a corrupção e as irregularidades junto à máquina pública. Não deixa de ser uma sutil interferência política.

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Altair Magagnin comenta avanço das investigações administrativas da Operação Alcatraz – Vídeo: NDTV