VÍDEO: Deputada de SC dá puxão de orelha em colegas: ‘a gente não sabe se comportar’

Paulinha falou para um plenário esvaziado em função do feriado municipal em Florianópolis, mas não poupou críticas e defesas ao governador Carlos Moisés

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Na véspera do feriado municipal em Florianópolis, a Alesc (Assembleia Legislativa) teve a pauta esvaziada nesta terça-feira (22). Não houve reunião da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) pela manhã e a pauta foi resolvida em pouco mais de 40 minutos na sessão ordinária da tarde.

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    Paulinha disse que não é “puxa-saco” do governador - Bruno Collaço/Divulgação/ND
    Paulinha disse que não é “puxa-saco” do governador - Bruno Collaço/Divulgação/ND
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    Disse que tem discernimento em relação aos bons feitos de Moisés por Santa Catarina, citando ações na Saúde, Educação e Infraestrutura - Bruno Collaço/Divulgação/ND
    Disse que tem discernimento em relação aos bons feitos de Moisés por Santa Catarina, citando ações na Saúde, Educação e Infraestrutura - Bruno Collaço/Divulgação/ND
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    Afirmou que as ações do Executivo não podem ser ofuscadas “por uma conversa sem nexo” - Bruno Collaço/Divulgação/ND
    Afirmou que as ações do Executivo não podem ser ofuscadas “por uma conversa sem nexo” - Bruno Collaço/Divulgação/ND
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    “A sociedade não acredita nos políticos, nos xinga na rua, porque, muitas vezes, a gente não sabe se comportar”, criticou. - Bruno Collaço/Divulgação/ND
    “A sociedade não acredita nos políticos, nos xinga na rua, porque, muitas vezes, a gente não sabe se comportar”, criticou. - Bruno Collaço/Divulgação/ND

E esse tempo incluiu os discursos. A primeira e uma das únicas a falar foi a deputada Paulinha (sem partido). Se, na semana passada, houve cobrança pelo silêncio em relação ao episódio aviões, nesta terça, a parlamentar saiu em defesa do governador Carlos Moisés (Rep).

Assista aos principais trechos do discurso

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Paulinha disse que não é “puxa-saco” do governador, mas que tem discernimento em relação aos bons feitos de Moisés por Santa Catarina, citando ações na Saúde, Educação e Infraestrutura.

Afirmou que as ações do Executivo não podem ser ofuscadas “por uma conversa sem nexo, cujo propósito é apenas desonrar a história de alguém”. E deu um puxão de orelha nos colegas. “A sociedade não acredita nos políticos, nos xinga na rua, porque, muitas vezes, a gente não sabe se comportar”, criticou.

Sem citar o episódio dos aviões, Paulinha encerrou com uma alfinetada aos demais colegas da base governista. Disse que vai continuar a defender o Executivo, “eventualmente solitária e triste”, mas com coragem e sem medo das consequências.