A história de Anita Garibaldi e o que ela representou para a história catarinense, gaúcha, brasileir ...
Documentário inédito, em quatro episódios, apresenta Anita Garibaldi como nunca antes retratada.
A mulher forte por trás do mito e da heroína, que estava 200 anos a frente de seu tempo e escolheu lutar por amor e a liberdade.
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Uma produção
Anita Garibaldi
Ana Maria de Jesus Ribeiro nasceu em Laguna em 30 de Agosto de 1821. De família humilde, Aninha aprendeu cedo sobre o valor da liberdade. Aos 14 anos foi obrigada a se casar. Um casamento que não durou muito tempo. Aos 18 anos, em 1839, com a tomada de Laguna pelos Farroupilhas, ela conheceu Garibaldi e iniciou então uma jornada de batalhas e lutas que durou 10 anos. Lutou pelas Repúblicas em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. Anita morou no Uruguai e lutou pela Unificação na Itália, onde morreu como heroína, aos 28 anos.
Uma superprodução da NDTV para Anita Garibaldi
A produção do documentário "ANITA: AMOR LUTA E LIBERDADE", que tem como coordenador geral ROBERTO BERTOLIN e como Diretor de Produção MARCELO CAMPANHOLO, envolveu cerca de 40 PROFISSIONAIS, entre colaboradores que já atuam no dia a dia da NDTV de Florianópolis, profissionais INDEPENDENTES que atuam no setor do cinema, ATORES e produtores na ITÁLIA. Os trabalhos de pré-produção começaram já em Fevereiro com a contratação da jornalista, roteirista e cineasta Isabela Hoffmann que dedicou dois meses em uma pesquisa intensa com o objetivo de traçar a linha narrativa que traria o diferencial dessa produção, a voz de Anita.\nANITA: AMOR LUTA E LIBERDADE marca essa nova fase nos trabalhos do GRUPO ND. Trazemos para o público um produto novo onde mesclamos a dramaturgia com a linguagem jornalística para contar a trajetória de vida da heroína Catarinense. Na série documental INÉDITA para TV, com Direção de ISABELA HOFFMANN, a Fotografia ficou por conta de MARCELO FEBLE que trouxe um olhar apurado para afinar luz, cor e enquadramentos. Na produção de palco NELSON FÉLIX, que também é ator e interpreta o pintor Italiano Gaetano Gallino, trouxe as soluções e agilidade que toda grande produção exige. Para interpretar a protagonista contamos com a experiência de ninguém menos do que a atriz LIZE SOUZA e ao lado dela o ator WELINGTON MORAES interpreta Giuseppe Garibaldi.
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No Brasil
- Argumento e Coordenação Geral: ROBERTO BERTOLIN
- Direção de Produção: MARCELO CAMPANHOLO
- Roteiro e Direção: ISABELA HOFMANN
- Direção de Fotografia: MARCELO FEBLE
- Assistente de Fotografia: FABIANO CRUZ
- Assistente de Direção: NELSON FÉLIX
- Produção de Palco: NELSON FÉLIX
- Assistente de Produção: JEFFERSON CARNEIRO FLORA
- Assistente de Produção e Cenografia: ROBERTO DUMMER
- Direção de Arte: ISABELA HOFFMANN
- Figurino: JOSÉ ALFREDO BEIRÃO
- Maquiagem: ANNELIZE DARCY
- Assistente de maquiagem: JANINE BARRETO LEMOS
- Still: FABIANO CRUZ
- Gerente de Operações: ADRIANA HELLER
Episódio 01
BATISMO DE FOGO
O ano é 1845 e o cenário é de tristeza em Montevidéu, onde Anita morou com Garibaldi por seis anos. Giuseppe estava lutando pela independência do Uruguai. As lembranças do passado povoam a mente de Anita e a fazem reviver toda a sua trajetória. Viajamos com ela nessas lembranças, quando a jovem Ana Maria de Jesus Ribeiro, aos 14 anos, ainda aprendia sobre liberdade e igualdade nas conversas com o revolucionário tio Antônio. A cidade de Laguna traz também a lembrança do verdadeiro amor.e das primeiras batalhas ao lado de Garibaldi. No final de 1839 Anita deixa Laguna e parte para novos desafios.
Assistir episódioEpisódio 02
PRISIONEIRA MAS NÃO DERROTADA
Anita e Garibaldi deixam Laguna e seguem para o Planalto Serrano. Em Curitibanos ela acaba prisioneira, nas mãos dos Imperiais. Prisioneira, mas não derrotada, ela consegue fugir e reencontra Garibaldi no RS. Em 1840 nasce o primeiro filho de Anita. Com a maternidade desperta também a coragem de mãe e Aninha reforça sua luta por liberdade. Mas para o casal Garibaldi as batalhas no Brasil chegam ao fim. Novos horizontes se apresentam e outras batalhas se desenham em solos estrangeiros. Anita, Garibaldi e o pequeno Menotti, partem para Montevidéu em Junho de 1841. Aninha dá adeus ao Brasil.
Assistir episódioEpisódio 03
ROSITA
A vida no Uruguai foi um dos períodos mais longos em que Anita esteve longe dos campos de batalha. No Uruguai, em 1842, ela se casou com Garibaldi. Em Montevidéu a família experimentou um período de extrema pobreza. As reuniões políticas muitas vezes aconteciam na casa de Anita, mas no escuro, pois não tinham velas. Líderes revolucionários, da Itália e outros países, procuravam Garibaldi e Anita participava das reuniões. Foi em terras Uruguaias e na companhia desses amigos que Aninha aprendeu sobre cultura, literatura e outros idiomas. Aninha cresceu, como mulher, como mãe, como esposa e como pessoa.
Assistir episódioEpisódio 04
MÃE DA PÁTRIA ITALIANA
Em Dezembro de 1847 Anita cruza o oceano rumo à Itália. Ela segue antes de Garibaldi para sentir o clima político na Europa e é bem recebida em Gênova. As batalhas pela Unificação Italiana se intensificam com a chegada de Giuseppe. Em Fevereiro de 1849 ela presencia a proclamação da República Romana na Praça do Povo. Mas é uma conquista que não dura muito. E mais uma vez, Anita, grávida do 5º filho, corre riscos em sua fuga e luta por liberdade. Ela não resiste à malária e morre em Mandriole no dia 4 de Agosto de 1849. Seus restos mortais estão em Roma, onde um monumento foi erguido em sua homenagem.
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Livro
Guerreira das repúblicas e da liberdade
Obra biográfica escrita por Adílcio Cadorin e que está na 5ª edição. O livro aborda episódios da trajetória de Anita Garibaldi e traz novos fatos sobre sua história.
MÚSICA - ANITA VALENTE
"Ela é simples e forte" não é apenas o refrão da trilha que vai pontuar o documentário, Anita: Amor Luta e Liberdade. A frase resume características importantes da heroína catarinense. Anita Valente é composição de Vanere Rocha, que também interpreta a música, e faz parte de um projeto de dez composições autorais em comemoração ao bicentenário de Anita Garibaldi. Os arranjos ficaram por conta do Produtor Fernando Ilibio, que trouxe para o trabalho instrumentos mais acústicos. A inspiração, segundo a autora, veio naquelas madrugadas em que se acorda do nada e logo coloca no papel. Com a letra, Vanere quer transmitir às mulheres que "elas não estão sozinhas e que todas podem combater o preconceito com força, inspiradas em Anita".
Tudo sobre Anita Garibaldi:
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