‘Não são reais’: Irmã Eva denuncia perfis falsos após viralizar vendendo artigos religiosos

Após viralizar nas redes sociais pela sua beleza, irmã Eva esclarece que não possui perfis pessoais e reforça missão evangelizadora

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Deny Campos Florianópolis

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Irmã Eva afirmou que não tem perfil pessoal nas redes sociaisIrmã Eva se pronunciou sobre perfis falsos em seu nome nas redes sociais – Foto: Reprodução/ND

Após viralizar nas redes sociais por conta de um vídeo vendendo artigos religiosos em um bar de Goiânia, irmã Eva, se manifestou sobre a criação de perfis falsos com seu nome.

A jovem freira ortodoxa de 21 anos, falou oficialmente por meio dos canais institucionais da Congregação Sancta Dei Genitrix, à qual pertence.

Em comunicado, a irmã Eva alertou o público sobre a criação de perfis falsos em seu nome. Ela fez um apelo para que as pessoas evitem seguir, curtir ou interagir com essas contas falsas:

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“Esses perfis, por favor, não sigam, não curtam, não acompanhem, porque não são perfis reais”, declarou a freira.

De acordo com a religiosa, nem ela nem os demais membros da congregação utilizam redes sociais pessoais.

Os únicos canais autorizados são os perfis institucionais Servas de Maria Santíssima (voltado às irmãs), Servos de Maria Santíssima (voltado aos irmãos), além das contas oficiais do padre Ribamar, orientador espiritual da comunidade, e do projeto Chácara da Gruta.

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    Kamilla Cardoso, agora freira ortodoxa, já foi miss quando tinha 16 anos - Reprodução/ND
    Kamilla Cardoso, agora freira ortodoxa, já foi miss quando tinha 16 anos - Reprodução/ND
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    Kamila Cardoso, conhecida como irmã Eva, ganhou fama após vídeo vendendo terços viralizar nas redes sociais - Divulgação/ND
    Kamila Cardoso, conhecida como irmã Eva, ganhou fama após vídeo vendendo terços viralizar nas redes sociais - Divulgação/ND
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    Freira vende artigos religiosos em Goiânia, Goiás - Divulgação/ND
    Freira vende artigos religiosos em Goiânia, Goiás - Divulgação/ND
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    Freira atuou como modelo e ganhou concurso de miss - Divulgação/ND
    Freira atuou como modelo e ganhou concurso de miss - Divulgação/ND
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    Irmã Eva argumenta que as vendas fazem parte da missão evangelizadora - Divulgação/ND
    Irmã Eva argumenta que as vendas fazem parte da missão evangelizadora - Divulgação/ND
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    Irmã Eva largou a carreira da indústria da moda e beleza aos 18 anos - Divulgação/ND
    Irmã Eva largou a carreira da indústria da moda e beleza aos 18 anos - Divulgação/ND
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    Freira afirma não buscar reconhecimento pessoal com suas ações - Divulgação/ND
    Freira afirma não buscar reconhecimento pessoal com suas ações - Divulgação/ND

Irmã Eva fala sobre a missão evangelizadora por trás da venda de artigos religiosos

Natural de Patos de Minas (MG), irmã Eva nasceu como Kamila Cardoso. Aos 18 anos, ela ingressou na fé ortodoxa — vertente que não está ligada à Igreja Católica — após deixar uma breve carreira como modelo. Antes de optar pela vida religiosa, foi eleita Miss Continente Teen Sol Nascente, título que antecedeu sua conversão.

Em relação ao vídeo que a tornou viral, irmã Eva explicou que a venda de terços, medalhas e demais objetos religiosos é parte integrante do trabalho evangelizador desenvolvido pela congregação:

“Mais do que uma venda, é uma evangelização”, explicou a jovem, destacando que os recursos arrecadados também são direcionados ao financiamento dos projetos sociais conduzidos pela comunidade religiosa.

A repercussão da história de irmã Eva gerou comoção e admiração nas redes, mas também levantou preocupações com o uso indevido de sua imagem — o que motivou o esclarecimento público.

Confira o pronunciamento de Irmã Eva

Freira que viralizou nas redes sociais vendendo artigos relisosos em um bar de Goiânia se pronunciou após repercussão – Vídeo: Reprodução/ND