A cantora Anitta e a atriz Ludmila Dayer se uniram contra o vírus Epstein-Barr. O fruto é o documentário “Eu”, protagonizado pela atriz e com a cantora na produção. As duas são portadoras do vírus, que causa a chamada “doença do beijo”, além de outros males como a esclerose múltipla. Ludmila revelou sofrer dessa doença recentemente.
Anitta tranquiliza fãs após dar entrada em hospital de São Paulo – Foto: Divulgacão/Observatório dos Famosos/NDConfira o que é preciso saber a respeito desse vírus, cuja transmissão se faz pela saliva – daí o nome “doença do beijo” -, e como se proteger dele.
Doença do beijo
O diagnóstico de Anitta, portadora do vírus Epstein-Barr, preocupou muita gente, além da própria cantora. Ainda que nem todos tenham ideia do que se trata, só pelo fato de envolver um “vírus”, já assusta. Com razão, pois o Epstein-Barra pode provocar doenças que vão da mononucleose infecciosa – a “doença do beijo”- até a esclerose múltipla. – Foto: ReproduçãoEsclerose múltipla
Pode haver ligação do vírus Epstein-Barr com a doença chamada esclerose múltipla. Trata-se de uma doença neurológica crônica caracterizada pela inflamação da mielina, membrana que envolve os neurônios. A inflamação ocorre devido ao sistema imunológico que não reconhece a membrana como parte do organismo, destruindo-a. – Foto: Reprodução
Essa realidade uniu Anitta à atriz Ludmila Dayer. Se a cantora conseguiu detectar o vírus e com isso impedir o desencadeamento de doenças, a atriz não teve a mesma sorte. Recentemente ela revelou que luta contar a esclerose múltipla, provavelmente adquirida em razão do vírus – Foto: Reprodução
As duas estão por trás do documentário “Eu”. Ludmilla Dayer como autora e protagonista, enquanto Anitta trabalhou na produção. A obra tratar da jornada da atriz em sua luta contra a doença – Foto: ReproduçãoSintomas

Tratamento
O tratamento costuma ser feito à base de corticoides, porém, mais para os efeitos da ação do vírus. A recuperação depende de cada caso, de cada paciente. É importante o acompanhamento médico, pois o vírus Epstein-Barr, como dito anteriormente, pode estar relacionado à doença outras, maios graves – Foto: Unsplash/Divulgação/NDOutras situações
A atriz Claudia Rodrigues é um caso bastante divulgado de esclerose múltipla. Essa está provavelmente ligada ao vírus Epstein-Barr, de acordo com relatos médicos. No início do ano, um estudo da Universidade Harvard resultou em dados significativos dessa relação. A análise levou em conta dados de 10 milhões de militares e mostrou que praticamente todos os casos de esclerose aconteceram após uma infecção pelo vírus – Foto: Reprodução/Instagram/ND
Outro caso conhecido é o da atriz Guta Stresser, a eterna Bebel, de “A Grande Família”. A atriz, de 49 anos, encontrou dificuldades durante atuação na “Dança dos Famosos” em 2020. Depois de consultar médicos, recebeu o diagnóstico em janeiro de 2021 – Foto: Reprodução/Internet