“Antes tínhamos 100 milhões de técnicos de futebol, agora 100 milhões de epidemiologistas”

Secretário de Saúde de Florianópolis, Carlos Alberto Justo da Silva, fez desabafo na Câmara de Vereadores: "Todo mundo entende e dá palpite sobre tudo"

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O secretário de Saúde de Florianópolis, Carlos Alberto Justo da Silva, recorreu ao imaginário esportivo para fazer um desabafo, ontem, durante a reunião ampliada promovida pela Comissão de Educação, Cultura e Desporto da Câmara para discussão da retomada das aulas presenciais.

Secretário da Saúde de Florianópolis, Carlos Alberto Justo da Silva – Foto: Reprodução/NDSecretário da Saúde de Florianópolis, Carlos Alberto Justo da Silva – Foto: Reprodução/ND

“Antes se dizia que o Brasil tinha 100 milhões de técnicos de futebol, agora são 100 milhões de especialistas em epidemiologia, fico muito impressionado com isso. Todo mundo entende e dá palpite sobre tudo”, disse o Professor Paraná, em contraponto às manifestações do presidente do Sintrasem (Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal), Renê Muraro; e do presidente do Sinepe (Sindicato das Escolas Particulares), Marcelo Baptista de Souza.

Ambos criticaram, por motivos diferentes, as decisões do Executivo sobre as atividades escolares durante a pandemia da Covid-19. Contrário à retomada das aulas neste momento, Renê disse que a discussão, neste momento, é “negligenciar o direito à vida”. Já Marcelo, favorável ao funcionamento presencial, criticou “exigências equivocadas” por parte da prefeitura, depois derrubadas judicialmente.

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