Anvisa e Conselho Federal de Farmácia esclarecem: medicamentos genéricos são seguros e eficazes

A Anvisa esclareceu que não emitiu recomendações contrárias ao uso de medicamentos genéricos, enfatizando sua equivalência aos de referência

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Redação ND Florianópolis

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Após diversas informações equivocadas, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) esclareceu que não emitiu qualquer recomendação contrária ao uso de medicamentos genéricos ou similares, ao CFF (Conselho Federal de Farmácia).

anvisaSegundo o CFF, a agência enfatizou que os medicamentos genéricos são considerados equivalentes aos medicamentos de referência – Foto: Arquivo/Agência Brasil

Segundo o CFF, a agência enfatizou que os medicamentos genéricos são considerados equivalentes aos medicamentos de referência. Ou seja, qualquer genérico disponível pode ser consumido, sem qualquer contraindicação ao paciente.

Além disso, a agência salientou que não existe comprovação científica que a troca de fabricantes de medicamentos genéricos interfere na eficácia do tratamento.

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Anvisa explica a intercambialidade entre os medicamentos

Para que ocorra a certa “intercambialidade” entre os medicamentos – genéricos e de referência – são realizados testes de comparação que avaliam a equivalência entre as substâncias. Sendo assim, comprova-se que o produto possui qualidade e eficácia.

A Anvisa afirma que os pacientes que possuem prescrição médica podem optar por utilizar o produto ou qualquer um dos genéricos disponíveis no mercado.

Dessa mesma forma, se o paciente tiver prescrição pelo nome genérico, ele tem a possibilidade de conduzir seu tratamento com qualquer genérico da mesma substância ou com o medicamento de referência.

A agência ainda destaca que os medicamentos genéricos são considerados equivalentes somente com os medicamentos de referência, por conta da confirmação que é realizada após os testes rigorosos.

“Portanto, não é permitido afirmar, através dos estudos atuais, que o paciente deva seguir estritamente o tratamento com genéricos com apenas um fabricante”, finaliza o CFF.

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