Anvisa prevê data para início das vendas de autotestes em farmácias

Primeiro lote com autotestes já tem data prevista para chegar ao Brasil; gerente da Agência afirma que processo de liberação será prioridade

Redação ND Florianópolis

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) prevê o início da venda dos autotestes de Covid-19 em farmácias a partir do mês de fevereiro. Órgão aprovou, nesta sexta-feira (28), a liberação no Brasil.

Autotestes não serão ofertados pelo pelo SUS – Foto: Annie Spratt/Unsplash/NDAutotestes não serão ofertados pelo pelo SUS – Foto: Annie Spratt/Unsplash/ND

De acordo com o gerente de Tecnologia em Produtos da Anvisa, Leandro Rodrigues Pereira, a estimativa é que os primeiros lotes desembarquem já na segunda-feira (31).

Em entrevista para a CNN Brasil, Leandro Rodrigues Pereira afirmou que o pedido será tratado como prioridade pela Anvisa.

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Conforme o portal UOL, o gerente destacou que a tecnologia do autoteste é conhecida e que o desenvolvimento não deve ser complexo, o que indica que os pedidos de registro não devem demorar e haverá empresas interessadas na produção.

“Nós já estamos com equipe preparada para começar a tratar desses pedidos de registro tão logo eles cheguem na Anvisa”, declara o gerente.

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Vale ressaltar que a Anvisa aprovou, nesta sexta-feira (28) a liberação de autotestes no Brasil. Por unanimidade, os quatro diretores da agência votaram a favor.

Popularmente utilizados nos Estados Unidos e países da Europa, Ásia e América Latina, os autotestes são mais uma ferramenta no combate ao avanço do novo coronavírus, que foi impulsionado pela variante Ômicron.

A liberação foi pedida pela pasta do ministro Marcelo Queiroga, no início de janeiro, diante da explosão do número de casos. Atualmente, a testagem no Brasil está centrada em clínicas, farmácias e serviços públicos – que não conseguem atender à alta demanda das últimas semanas.

Os autotestes de antígeno são os mesmos oferecidos atualmente nas farmácias, mas com aplicação feita por um profissional de saúde. Em países onde o uso é permitido, eles estão disponíveis para venda em farmácias e lojas de varejo, assim como são distribuídos para a população pelos governos locais ou empresas.

*Com informações do portal UOL e Estadão Conteúdo

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