Brasil registra 219 casos da varíola dos macacos; SC investiga uma suspeita

São Paulo é o estado que lidera o número de infectados pela doença, com 158 casos confirmados

Redação ND Florianópolis

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O registro de varíola dos macacos (monkeypox) segue aumentando no Brasil, que já contabiliza 219 casos. O total de casos foi divulgado pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro.

Surto da varíola já atinge mais de 30 países – Foto: Divulgação/NDSurto da varíola já atinge mais de 30 países – Foto: Divulgação/ND

O estado que lidera a quantidade de infecções é São Paulo, com 158 pessoas contaminadas. Em segundo lugar aparece o Rio de Janeiro, que soma 34 confirmações da doença.

O Ministério da Saúde também informa que outros casos foram registrados nos estados de Minas Gerais (14), Paraná (três), Rio Grande do Sul (três), Ceará (dois), Rio Grande do Norte (dois), Goiás (dois) e Distrito Federal (um).

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Segundo nota de alerta emitida pela Dive/SC (Diretoria de Vigilância Epidemiológica), caso seja identificada a suspeita do vírus é recomendado que o paciente procure imediatamente algum serviço de saúde. Em Santa Catarina houve 1 confirmação da doença sem transmissão local e outro caso é investigado.

Também é necessário que a pessoa se isole – como medida de precaução – e faça exames laboratoriais para identificar a presença do vírus no corpo.

Surto global do vírus

Desde o dia 6 de maio, o mundo tem lidado com um surto de varíola dos macacos. Incialmente, o vírus infectou diversas pessoas na Europa e hoje já atinge mais de 30 países.

A infecção pela varíola dos macacos pode ocorrer pelo contato com animais ou entre pessoas – Foto: Cynthia S. Goldsmith/CDC/AFPA infecção pela varíola dos macacos pode ocorrer pelo contato com animais ou entre pessoas – Foto: Cynthia S. Goldsmith/CDC/AFP

A doença surgiu nos macacos em 1958, mas o primeiro caso só foi registrado em humanos em 1970.

Sua transmissão sempre foi considerada difícil pelos especialistas. No entanto, o crescimento exponencial de infectados em lugares que não costumavam ter registros da doença intrigam pesquisadores.

*Com informações do R7

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