Cacau Menezes cacau.menezes@ndtv.com.br

Apaixonado pela sua cidade, por Santa Catarina, pelo seu país e pela sua profissão. São 45 anos, sete dias por semana, 24 horas por dia dedicados ao jornalismo

Brasil registra queda de óbitos por aids. Confira os números de Santa Catarina

Apesar da redução, doença ainda mata mais as pessoas negras

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No início dos anos 80, Cazuza deu voz aos impulsos de uma juventude que acabara de sair de um meio ditatorial e ainda lutou por sua vida no enfrentamento público da Aids Mas não deu. Perdeu a batalha, mas marcou o nome na  história..No início dos anos 80, Cazuza deu voz aos impulsos de uma juventude que acabara de sair de um meio ditatorial e ainda lutou por sua vida no enfrentamento público da Aids Mas não deu. Perdeu a batalha, mas marcou o nome na  história..

Apesar da redução, doença ainda mata mais as pessoas negras. Houve aumento de casos entre pretos e pardos, representando mais da metade das ocorrências desde 2015

Nos últimos dez anos, Santa Catarina registrou queda de 30,7% no coeficiente de mortalidade por aids, que passou de 6,5 para 4,5 óbitos por 100 mil habitantes. Em 2022, o estado registrou 455 óbitos tendo o HIV ou a aids como causa básica, 7,8% menos do que os 494 óbitos registrados em 2012. Entre as capitais do país, Floripa  registrou 9,7 mortes para cada 100 mil habitantes no ano passado – número superior à taxa nacional. As informações são do novo Boletim Epidemiológico sobre HIV/aids apresentado pelo Ministério da Saúde, que também aponta taxa de detecção de aids em Santa Catarina de 25,3 casos por 100 mil habitantes. A capital  apresentou taxa de 49,