‘Cabe a mim como ministro rebaixar a pandemia’, diz Queiroga sobre situação da Covid-19

Ministro anunciou que quer rebaixar situação da Covid-19 para endemia, pelo cenário de "tranquilidade epidemiológica"

Redação ND Itajaí

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O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que o rebaixamento da Covid-19 de pandemia para endemia no Brasil será feito com base em critérios técnicos e que será independente da OMS (Organização Mundial de Saúde).

Mudança da Covid-19 para endemia será independente da OMS, diz Queiroga – Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil/NDMudança da Covid-19 para endemia será independente da OMS, diz Queiroga – Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil/ND

“A OMS considera o cenário global. E aqui é o Ministério da Saúde que tem mais autoridade para dispor sobre esse tema no âmbito nacional. Cabe a mim como ministro rebaixar a pandemia e farei isso com base em critérios técnicos, assim como já observamos em países como Reino Unido, Inglaterra, Suíça, Dinamarca e países da Europa”, destacou. As informações são do portal R7.

Ainda não há uma data para que a mudança ocorra, mas que ainda pretende ouvir outros ministros envolvidos, os poderes e a sociedade antes de tomar uma decisão. Ele reforçou que quer que a mudança ocorra o mais rápido possível, e citou que o Brasil está em um cenário de “tranquilidade epidemiológica”.

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“Tivemos uma queda no número de casos e registramos a média móvel de mortes por Covid-19 abaixo de 500. Sem contar que temos uma das maiores campanhas de vacinação do mundo”, ressaltou.

Ministro garantiu que a vacina CoronaVac vai continuar sendo usada na campanha de imunização – Foto: Fotos PúblicasMinistro garantiu que a vacina CoronaVac vai continuar sendo usada na campanha de imunização – Foto: Fotos Públicas

Queiroga ainda garantiu que a vacina CoronaVac vai continuar sendo usada na campanha de imunização. Atualmente, o imunizante é aplicado a partir dos 6 anos.

Isso porque o medicamento foi aprovado em caráter emergencial na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). “Ela foi uma vacina utilizada sobretudo no primeiro trimestre da nossa campanha de vacinação e agora passou a ser utilizada em crianças e adolescentes. É claro que não vai se interromper a vacinação. Outros medicamentos que, porventura, tenham registros emergenciais, serão considerados, desde que haja sempre a conveniência para os pacientes”, reforça Queiroga.

A vacina da Janssen também foi aprovada emergencialmente e a Anvisa analisa a liberação definitiva do imunizante para uso no Brasil.

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