Cidade de SC tem erradicação da transmissão vertical do HIV

Município foi contemplado com selo reconhecido pelo Ministério da Saúde pela erradicação da transmissão vertical do HIV

Foto de Luciano Cerin

Luciano Cerin Blumenau

Receba as principais notícias no WhatsApp

A cidade de Brusque, no Vale do Itajaí, conquistou um importante selo na última sexta-feira (29), reconhecido pelo Ministério da Saúde: o da eliminação da transmissão vertical do HIV.

Cidade recebe selo da erradicação da transmissão vertical da HIV – Foto: Divulgação/Reprodução/NDCidade recebe selo da erradicação da transmissão vertical da HIV – Foto: Divulgação/Reprodução/ND

Erradicação da transmissão vertical do HIV

Esse selo indica que o município atingiu critérios rigorosos para prevenir a transmissão do vírus de mães para filhos durante a gestação, parto ou amamentação.

Segundo a prefeitura, a conquista é fruto das políticas de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento integral às gestantes e seus bebês, além de campanhas educativas voltadas à conscientização da população.

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir
Cidade recebeu dois certificados – Foto: Duda Antunes/Reprodução/NDCidade recebeu dois certificados – Foto: Duda Antunes/Reprodução/ND

Brusque também está no rumo da erradicação da Hepatite B

A cidade também conquistou o selo de prata de boas práticas rumo à eliminação da transmissão vertical da Hepatite B vem conforme as estratégias implementadas que reduzem a transmissão da doença, como vacinação, acompanhamento pré-natal de qualidade e medidas preventivas durante o parto.

“Nós contamos com um comitê que discute todas as discussões verticais. É um grupo com muitos profissionais, de diversos setores do município. Cada caso a gente identifica, faz uma investigação e aponta onde houve erros e falhas para evitar futuros casos”, explica a coordenadora do Comitê de Transmissão Vertical do Município, Gisele Pruner Koguchi.

Para receber o selo, Brusque teve que passar por um processo que foi desde levantamentos de dados, até a visita presencial do Ministério nos serviços de saúde, que ocorreu em junho deste ano.

“É bem gratificante e desafiador, pois queremos manter esses selos e melhorar aqueles que já temos para que a gente não tenhamos mais casos de transmissão vertical”, finaliza a coordenadora.

Tópicos relacionados