Com 11.638 casos confirmados da Covid-19, Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, registrou nesta segunda-feira (7), a 96ª morte em decorrência da doença. O óbito foi confirmado pela prefeitura do município. A vítima foi uma idosa de 86 anos, com registro de outras doenças. Ela estava internada no HRO (Hospital Regional do Oeste).
O número de casos recuperados chega a 10.417, mas seguem com o vírus ativo 1.125 pessoas. Outras 1.664 aguardam o resultado de exames. Estão em internação hospitalar 90 pacientes. Destes, 45 estão em leitos de enfermaria e 45 em leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva).
O número de casos ativos passa dos mil em Chapecó – Foto: DivulgaçãoAgravamento da pandemia
O município vive um agravamento da pandemia de Covid-19, com alta no número de casos e de internações. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado semanalmente pela Vigilância Epidemiológica, Chapecó teve um aumento no número de caso confirmados a partir do dia 11 de outubro quando, naquela semana, registrou 248 novos casos.
SeguirDepois disso, entre os dias de 08 a 11 de novembro, foram registrados 879 casos novos confirmados, o maior número de casos por semana. Na análise da média móvel Chapecó apresentou o primeiro pico de 19 a 25 de julho com 87 casos por dia. Após um período de 16 semanas, entre os dias 08 a 14 de novembro, teve o maior número de novos confirmados, com 126 casos por dia.
Perfil dos infectados
Com relação à faixa etária, os grupos mais acometidos pela infecção da Covid-19 pertencem à faixa etária entre 20 a 39 anos que representam 55% do total de casos. Idosos com mais de 60 anos totalizam 8% entre as pessoas acometidas pelo vírus. Em relação ao sexo, dentre as pessoas infectadas os homens apresentam um percentual maior que as mulheres, representando 51% do total de casos registrados.
Já no número de mortes, a faixa etária de maior prevalência é de 80 a 89 anos e de 70 a 79 anos. Juntas elas totalizam 58,5% do total de óbitos por Covid-19. Entre as faixas etárias mais avançadas observa-se que o percentual de infectados é mais baixo, quando comparados as faixas etárias mais jovens, no entanto a taxa de letalidade é mais elevada. Em relação ao sexo, o masculino é mais afetado (59,6%) que o sexo feminino.