A falta de higiene pessoal é descrita pela OMS (Organização Mundial de Saúde) como um dos principais fatores de contágio por doenças infecciosas. E nos banheiros públicos, então, usados por muitas pessoas ao longo de um dia, mesmo que tenham sido desinfetados, os riscos são potencializados.
E o que dizer então se a falta de higiene é encontrada em um banheiro de hospital, justo no momento em que os cuidados impostos pela pandemia ainda não podem ser esquecidos? Aliás, devem ser levados para a vida.
Tampa de vaso sanitário da recepção do Hospital Celso Ramos no último domingo – Foto: Divulgação/NDNo domingo passado, assunto entre os acompanhantes dos pacientes da emergência do Hospital Governador Celso Ramos, no Centro da Capital, eram as condições dos banheiros da recepção. Nenhum dos três têm luz, somente o de cadeirantes tem fechadura e as condições de limpeza eram inexistentes, para não dizer, nojentas.
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Porta do banheiro feminino da recepção do Hospital Celso Ramos – Foto: Divulgação/NDTá certo que a limpeza não é só responsabilidade da gestão hospitalar ou de quem eles contratam para fazê-la, e neste dia, não devem ter feito. Porém, importante lembrar que a situação reflete, e muito, também a falta de respeito e o relaxamento de quem usou o sanitário e o deixou naquelas condições. Acidentes podem acontecer, mas quem fez a necessidade onde não devia tem que dar um jeito de limpar. Se em qualquer lugar banheiro sujo é inadmissível, imagine em um dos principais hospitais da Capital.