Diversos casos de eventos adversos graves após vacina de Covid, relatados neste espaço, permanecem sem investigação pela autoridade sanitária. Como dimensionar os riscos dessas substâncias com tal omissão? Algumas famílias buscam investigações particulares – como a de Bruno Graf, cuja mãe conseguiu comprovar a causalidade e foi banida das redes sociais.
Vacinação contra a Covid-19 no Brasil – Foto: José Cruz/Agência Brasil/NDA mãe de Ágata Cardoso tomou a mesma providência. Leia o relato dela e reflita:
“Minha filha Ágata Cardoso, 22 anos, estudante de Medicina, era saudável, sem nenhuma comorbidade. Foi inoculada com AstraZeneca, em Uberaba-MG no dia 04/04/2022, a 3° dose. (As duas primeiras foram Pfizer, em 24/08/2021 e 02/11/2021). Exatos dez dias depois, em 14/04, por conta de cefaleia intensa, buscou atendimento na Urgência do Hospital São Domingos (HSD) de Uberaba, onde ficou internada na UTI de 14 a 17/04/2022.
SeguirDiagnosticaram trombocitopenia, a esclarecer. Foi feita uma angiotomografia computadorizada de crânio, ainda sem tromboses ou hemorragias. A suspeita inicial era dengue. Porém as duas sorologias, para dengue e chicungunha, deram negativo. Recebeu alta com restrições e sem diagnóstico etiológico, ou seja, sem diagnóstico da causa.
A cefaleia intensa persistiu nos dias seguintes, principalmente retro-orbitária (dor atrás dos olhos), com edema bipalpebral bilateral (o inchaço das pálpebras). Este parece ser o primeiro sinal da Síndrome com acometimento neurológico. Retornou à Emergência do mesmo hospital em 24/04/2022, onde foi internada novamente na UTI. Desta vez por diversos eventos trombóticos:
– Três AVCs, sendo que um evoluiu para hemorragia no mesmo dia, confirmados de imediato por tomografia computadorizada de crânio;
– Dois Tromboembolismos Pulmonares Segmentares (TEP);
– Uma Trombose Venosa Profunda (TVP) no membro inferior direito.
Sem melhora do quadro, sofreu um novo AVC, extenso, final, no dia 29/04/2022. Constatado óbito no dia 30/04/2022 por hipertensão intracraniana sem possibilidade de cirurgia por trombocitopenia.
No dia 11/05/2022, quando autorizado pela Unimed, foi submetida amostra de sangue ao exame de Anticorpos ANTIPF4 Método Elisa, a ser realizado no Hemorio. O resultado saiu seis dias depois: Positivo para IgM e IgG. Isso comprova a reação à vacina para Covid-19. Os cinco critérios da Síndrome VITT (Trombose Trombocitopênica Induzida por Vacina), que confirmam o diagnóstico, todos positivos: Trombose, Trombocitopenia,
Queda de Fibrinogênio, D-Dímero Positivo e Anticorpos Anti-PF4 Positivos.
Diagnóstico confirmado. Causa da doença: Reação à Vacina AstraZeneca para Covid-19. A grande mídia do Brasil diz que não há nenhum caso confirmado de óbitos por reação à vacina por Covid-19. Por quê?”