Cinco regiões de SC vão para risco alto e podem ter liberações; confira

Atualização do Mapa de Risco Potencial da Covid-19 traz mudanças ao Estado

Luana Amorim Joinville

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Caiu para 11 o número de regiões consideradas de risco potencial grave de contágio da Covid-19. Na nova atualização, divulgada nesta sexta-feira (2), cinco regiões passaram para o nível alto.

Cinco novas regiões passaram do nível grave para alto nesta sexta-feira (2) – Foto: DivulgaçãoCinco novas regiões passaram do nível grave para alto nesta sexta-feira (2) – Foto: Divulgação

Agora, as regiões em nível alto (amarelo) são: Foz do Rio Itajaí, Médio Vale do Itajaí, Oeste, Serra Catarinense e Xanxerê. Na atualização divulgada na semana passada pela Secretaria de Estado da Saúde, apenas o Extremo-Oeste aparecia no mapa como região de nível alto.

As demais permanecem na matriz grave, porém houve queda, já que na semana passada eram 15 regiões. Pela segunda semana seguida, não há cidades em nível gravíssimo, índice mais alto do mapa. Essa é a melhor condição do estado em relação ao risco de contaminação da Covid-19 desde junho.

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Outra novidade é de que a região do Extremo-Oeste, que há duas semanas estava em nível alto, subiu para o grave.

Tabela mostra a pontuação de cada cidade na nova matriz – Foto: Divulgação/SESTabela mostra a pontuação de cada cidade na nova matriz – Foto: Divulgação/SES

Entre as liberações permitidas nas cidades com risco alto está o funcionamento das aulas presenciais nas redes públicas e privadas, aumentar a lotação de templos religiosos em até 70%, provas de roupa em comércios e a realização de congressos ou feiras com até 40% de público.

Nesta quinta-feira (1), a Secretaria de Estado de Saúde havia anunciado que as medidas de monitoramento passaria por atualizações. Entre as mudanças, a taxa de isolamento social e de afastamentos de profissionais de saúde não são mais consideradas.

No entanto, a Matriz segue avaliando os índices de transmissibilidade, monitoramento, dimensões, mortalidade e capacidade de atenção nas 16 Regiões de Saúde do Estado.

Segundo o governo, a mudança na análise dos indicadores propõe um foco maior na atenção primária, tendo em vista a mudança do momento da Covid-19 em Santa Catarina.

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