Com três regiões em “azul”, o Mapa de Risco divulgado neste sábado (25) mostra o abrandamento da pandemia em Santa Catarina. A Grande Florianópolis se manteve no nível amarelo, o mesmo registrado na semana anterior.
As características da pandemia na Grande Florianópolis, entretanto, mudaram. A matriz mostra que o coronavírus está mais transmissível nesta semana, mas o aumento da cobertura vacinal com a segunda dose equilibrou a equação.
Grande Florianópolis segue em risco potencial alto para a Covid-19 – Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Doivulgação/NDProduzido pelo Coes (Centro de Operações de Emergência em Saúde), a matriz é a “soma” de cinco aspectos: monitoramento (percentual de vacinados e a variação de casos semanal), capacidade de atenção (ocupação dos leitos de UTI), transmissibilidade e a gravidade (fator que considera o número de mortes e a tendência de internações).
SeguirA gravidade e a capacidade de atenção, classificadas respectivamente em alto (amarelo) e moderado (azul), seguem iguais a classificação do dia 18 de setembro. Já a transmissibilidade saltou do nível alto para o nível grave. Por outro lado, o monitoramento passou do gravíssimo (vermelho) ao moderado.
Isso indica que há um número maior de infectantes, mas o aumento da cobertura vacinal com segunda dose e a consequente variação menor de casos garantem que os municípios da Grande Florianópolis se mantenham em amarelo.
As regiões DO Meio-Oeste, Serra Catarinense e Vale do Itapocu estão no nível azul. A situação mais delicada segue na área Nordeste, que engloba Joinville, em risco grave (laranja). Nenhuma região de Santa Catarina foi classificada como gravíssimo (vermelho). Todas as demais estão no nível alto (amarelo).
Mapa de risco de SC tem 3 regiões em azul – Foto: SES/DivulgaçãoO quesito de Capacidade de Atenção permanece sendo o destaque positivo, com 13 regiões em risco moderado (azul) em Santa Catarina. Neste ponto, apenas as regiões Nordeste e Planalto Norte, que estão no gravíssimo, e Xanxerê, no grave, apresentam níveis mais preocupantes em relação à ocupação de leitos de UTI (Unidades de Tratamento Intensivo).