Com mais de 4,3 mil casos confirmados da Covid-19, Joinville, no Norte de Santa Catarina, assumiu, há mais de uma semana, um ranking negativo: se tornou o epicentro da doença do Estado. Além disso, o maior número de mortes em decorrência da doença também é da maior cidade catarinense.
Considerando o atual cenário joinvilense no que diz respeito à contaminação e letalidade somado, ainda, à ocupação de leitos de UTI no município, a Defensoria Pública encaminhou documento, na quinta-feira (16) ao município recomendando o endurecimento das medidas restritivas.
A recomendação, destinada ao prefeito Udo Döhler e ao secretário Jean Rodrigues da Silva, pede para que o município suspenda o funcionamento de atividades e serviços não essenciais por, pelo menos, 14 dias, “como forma de tentar combater a transmissibilidade do coronavírus”.
SeguirA Defensoria Pública fixou o prazo de cinco dias, que se encerram na próxima terça-feira (21) para que o município informe a decisão e a justifique, em caso negativo e, caso acate o pedido, relate as ações tomadas. O documento ressalta, ainda, que caso a recomendação seja negada, medidas judiciais podem ser tomadas para apurar as responsabilidades do município.