Entenda por que Florianópolis ficou de fora das restrições

Mesmo em estado gravíssimo em relação ao coronavírus, a Capital ficou de fora da renovação das medidas restritivas impostas pelo Governo de SC

Marcos Jordão Florianópolis

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Mesmo com Florianópolis entrando na lista de cidades consideradas em nível gravíssimo em relação à pandemia de coronavírus, a Capital não entrou na lista para renovação das medidas restritivas anunciadas pelo Governo de Santa Catarina nesta sexta-feira (14).

Florianópolis ficou de fora das restrições desta sexta-feira – Foto: Anderson Coelho/NDFlorianópolis ficou de fora das restrições desta sexta-feira – Foto: Anderson Coelho/ND

Segundo a SES (Secretaria de Estado da Saúde), é necessário que uma região mantenha-se nesta condição por 14 dias. O prazo estabelecido de duas semanas é por conta do ciclo da doença, ou seja, quando é possível analisar a real situação da Covid-19 na região.

Sendo assim, uma nova avaliação acontecerá na terça-feira (18), o que vai servir para analisar a situação de Florianópolis e das demais cidades catarinenses.

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Conforme a SES, caso Florianópolis permaneça em nível gravíssimo (na situação vermelha), uma nova medida poderá ser criada para controlar a evolução da doença na cidade.

Além disso, a Secretaria de Estado da Saúde só deverá reavaliar novas medidas para cada região após 14 dias em relação à reclassificação anterior

No entanto, os prefeitos das cidades podem adotar medidas mais restritivas, caso seja necessário. Porém, não é permitido flexibilizar o que o Estado propõe. Vale ressaltar que o Estado emitiu um alerta com recomendações para as regiões que entraram em estado gravíssimo em Santa Catarina.

133 municípios tiveram medidas restritivas renovadas

Conforme a nova portaria, que será publicada no Diário Oficial ainda nesta sexta-feira (14), permanece proibido a concentração e permanência de pessoas em espaçoes públicos de uso coletivo, como parques, praças e praias, por mais sete dias, a partir deste sábado (15).

Além disso, também segue proibido, pelo prazo de sete dias, o transporte coletivo urbano municipal e intermunicipal de passageiros. A nova medida vale para oito regiões catarinenses, com um total de 133 municípios, o que representa 55,5% da população de Santa Catarina.

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