Otimismo e longevidade combinam? Segundo pesquisadores da Harvard School of Public Health, nos Estados Unidos, sim. Um estudo, que acompanhou 159 mil mulheres, mostra que níveis elevados de otimismo estão associados a uma vida mais longa. Para falar sobre o assunto, o SC no Ar desta segunda-feira (11) recebeu a presidente da SBGG SC (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia em Santa Catarina), a geriatra Juliane Ferrari.
Otimismo pode influenciar na longevidade – Foto: Reprodução/Pixabay/ND“As pessoas otimistas realmente vivem melhor e vivem mais. Elas têm um aumento dos seus anos de vida. Isso inclui melhora na pressão arterial, diminuição de açúcar no sangue, menos AVC, menos infarto”, destacou Juliane.
A geriatra também falou sobre a relação entre o estresse e a saúde: “Uma outra pesquisa mostra que o estresse piora nosso sistema imunológico. Ele já tem uma tendência de piorar com o processo de envelhecimento, é um processo natural.”
Mas, como ser mais otimista? Juliane admite que é um desafio, mas “através da atividade física, de uma alimentação saudável, dormir bem, existem alguns pilares que fazem com que a gente tenha uma vida melhor e mais saudável e, consequentemente, poderemos olhar a vida de uma maneira mais otimista”.
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