Ex-participante de reality show é internado com varíola dos macacos: ‘sigo me recuperando’

Diagnóstico e internação de Matheus Pires foram realizados no último dia 6 de julho, quando os primeiros sintomas da doença começaram a surgir

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Redação ND Florianópolis

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Matheus Pires, ex-participante do reality show “No Limite”, foi diagnosticado com varíola dos macacos após apresentar sintomas da doença. De acordo com um comunicado feito em suas redes sociais, ele realizou exames e precisou ser internado no último dia 6 de julho.

Matheus segue com cuidados médicos para se recuperar da varíola dos macacos — Foto: @matheus.campires/Instagram/Reprodução/NDMatheus segue com cuidados médicos para se recuperar da varíola dos macacos — Foto: @matheus.campires/Instagram/Reprodução/ND

A equipe do também diretor pedagógico confirmou que ele se encontra bem e estável, e pediu que todos os seguidores mandassem energias positivas para a melhor recuperação do homem. Foi informado ainda que, quando possível, ele explicará melhor a situação em seu perfil.

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Alguns dias após a internação, Matheus conversou com seus fãs e contou que há marcas da doença espalhadas por todo o seu corpo. Ele permanece isolado para evitar contato com outras pessoas. Quanto ao atendimento médico, os profissionais o atendem devidamente equipados.

“O meu caso é aquele em que tenho que ficar todo isolado. Por causa, dá para ver, pelas marcas e tem algumas marcas no corpo todo, mas cada dia que passa estou um pouquinho melhor. Em breve terei alta para continuar isolado, só que na minha casinha”, disse.

Varíola dos macacos

A varíola dos macacos é causada pelo vírus Human Monkeypox. Trata-se de uma doença viral rara, transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. O contato pode ser por abraço, beijo, massagens ou relações sexuais.

A doença também é transmitida por secreções respiratórias e pelo contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies utilizadas pelo doente. Não há tratamento específico, mas os quadros clínicos costumam ser leves.

O maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos.

Os primeiros sintomas podem ser febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço. De um a três dias após o início dos sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e/ou regiões genitais.

Para a prevenção, deve-se evitar o contato próximo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado, assim como com qualquer material que tenha sido usado pelo infectado. Também é importante a higienização das mãos, lavando-as com água e sabão.

*Com informações da Agência Brasil e do UOL Splash

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