Fampesc repudia lockdown por mais tempo em Santa Catarina

Documento assinado pela presidente Rosi Dedekind foi encaminhado ao Ministério Público estadual

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Apesar do agravamento do cenário epidemiológico, a Fampesc (Federação das Associações das Micro e Pequenas Empresas de SC) encaminhou, neste sábado (27), ofício ao procurador-geral de Justiça, Fernando Comin, com manifestação contrária a um lockdown mais prolongado no Estado para conter a transmissão do coronavírus.

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O documento assinado pela presidente Rosi Dedekind defende um diálogo sobre o tema entre o Sistema Fampesc, formado por 18 associações, e o Ministério Público estadual, uma das instituições que recomendou ao governo, na sexta-feira (26), o fechamento das atividades essenciais por 14 dias.

O entendimento dos órgãos de controle e de fiscalização é que o lockdown neste e no próximo fim de semana, determinado pelo decreto 1.172, seria ineficiente no atual momento da pandemia.

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Para a Fampesc, no entanto, o fechamento por duas semanas afetaria “diretamente as micro e pequenas empresas, comprometendo a manutenção da renda, os postos de trabalho de todas essas pessoas e empresas, aumentando o endividamento que ficou de herança do ano de 2020”.