Florianópolis está entre as capitais do Brasil fora da zona de alerta no que se refere à ocupação de leitos de UTI Covid-19 no SUS (Sistema Único de Saúde). Segundo o Boletim Observatório Covid-19 Fiocruz, divulgado nesta sexta-feira (3), 21% dos leitos estão ocupados.
Vinte e um por cento dos leitos de UTI da capital de Santa Catarina estão ocupados, segundo o Boletim Observatório Covid-19 Fiocruz – Foto: Anderson Coelho/Arquivo/NDPor outro lado, Florianópolis é uma das capitais que registram tendência de aumento de casos, juntamente com Porto Alegre, São Paulo, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, Salvador, Aracaju, Maceió, João Pessoa, Natal e Fortaleza.
Queda no número de óbitos no Brasil
SeguirO documento registrou que pela décima semana consecutiva, o número de óbitos causados pela Covid-19 caiu no Brasil, com redução média diária de 1,6% durante a Semana Epidemiológica 34, de 15 a 28 de agosto. A incidência de casos confirmados nesse mesmo período caiu 2,4% ao dia e a taxa de positividade dos testes também está em queda.
Atualmente, a taxa de letalidade está em torno de 2,8%, que é considerada alta frente a outros países que adotam medidas de proteção coletiva, testagem e cuidados intensivos para doentes graves.
“Apesar de ainda ser necessário avançar na ampliação e aceleração da vacinação, esse processo contribui para a importante tendência de redução da incidência e mortalidade, sendo notável o declínio no número absoluto de internações e óbitos em todas as faixas etárias”, dizem os pesquisadores do Observatório.
Dados do MonitoraCovid-19, que reúne informações das secretarias estaduais de Saúde, mostram que 193 milhões de doses de vacinas foram administradas no Brasil. O plano de imunização atingiu 82% da população com a primeira dose e 39% com o esquema de vacinação completo, considerando as pessoas com mais de 18 anos.
Para manter as expectativas positivas, o Boletim destaca que é fundamental combinar a ampliação da disponibilidade de vacinas para todos os grupos. Os cientistas também destacam que enquanto a pandemia estiver em curso é fundamental manter medidas como o uso de máscaras e de distanciamento físico.
Neste sentido, é importante que secretarias de Saúde, de Assistência Social, comerciantes, empresários e todas as entidades que puderem se mobilizem para ampliar essas medidas de proteção.