ATUALIZADO EM 22/04/2021, ÀS 13H30: CONFORME DECLARAÇÃO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE À REPORTAGEM DO ND+ (LEIA AQUI), O SISTEMA ELETRÔNICO PARA DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS DE COMPONENTES ESPECIALIZADOS É DE COMPETÊNCIA DA SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE. O ESCLARECIMENTO FOI INCORPORADO AO TEXTO ABAIXO.
Está se tornando um problema crônico: cidadãos que comparecem em horários agendados com um mês de antecedência para retirar medicamentos na Farmácia Especializada, na Policlínica Continente, no Estreito, voltam para casa de mãos vazias.
Há semanas, o sistema eletrônico capenga e, sem acesso aos registros do estoque, o item não é entregue.
SeguirVisível o constrangimento dos funcionários, que não sabem mais o que fazer, além de dar explicações e papeizinhos com os contatos da Ouvidoria da Secretaria de Estado da Saúde para reclamações, já que o Sismedex (Sistema Informatizado de Gerenciamento e Acompanhamento dos Medicamentos Excepcionais) é de responsabilidade do órgão estadual, que também avalia e autoriza os pedidos dos fármacos, bem como distribui os adquiridos por ele e os fornecidos pelo Ministério da Saúde. A Prefeitura se encarrega do serviço de atendimento à população.
Farmácia Especializada do Estreito foi inaugurada em 2020, na Policlínica Continente – Foto: PMF/Divulgação/NDSeria providencial se realizassem a manutenção periódica (ou ao menos pontual) do sistema e também previssem uma alternativa de atendimento independente dos computadores para que a saúde dos pacientes não corresse risco por causa de um fato tão simples de resolver. Fora o tempo e o dinheiro que eles perdem com o deslocamento até lá.
A Farmácia Especializada fornece medicamentos de componentes específicos, caros, que não são vendidos em farmácias tradicionais.
A propósito, o setor de oftalmologia, na mesma Policlínica, ano passado, ficou incomunicável por cerca de uma semana devido a uma alegada pane na central telefônica. Tanto tempo assim?