FOTOS: quem são os profissionais na linha de frente no combate à Covid em Joinville

Ao mesmo tempo que números crescem, sentimento de exaustão invade os corredores das unidades hospitalares

Receba as principais notícias no WhatsApp

Os dias não tem sido fáceis. Recordes e mais recordes negativos são superados no Brasil devido ao avanço desenfreado da pandemia da Covid-19. Em Joinville, no Norte de Santa Catarina, não é diferente.

Só essa semana, a cidade registrou dezenas de vidas perdidas e atingiu índices antes nunca imaginados de internações nos hospitais públicos e privados da cidade. E por trás dos cuidados realizados nesses espaços, estão os profissionais de saúde, que vivem momentos de exaustão e buscam forças diariamente para lidar com um inimigo invisível.

Para homenagear esses profissionais, o ND+ traz o desabafo e a rotina de médicos, fisioterapeutas e enfermeiros que atuam nas unidades de saúde em Joinville.

Confira: 

  • 1 de 9
    “A pandemia traz um desafio novo com grande aprendizado para todos nós, porque todos os dias é uma guerra, uma luta, tendo poucas horas de descanso. Vivemos a agonia do desafio diário de, mais do que nunca, lutar para salvar vidas e isso acaba afetando o psicológico de todas as equipes: a nossa impotência perante um inimigo invisível e desconhecido. A luta é imensa, o sacrifício é grande, o cansaço é generalizado. Mas resta a esperança de um dia melhor. É isso que nos sustenta em pé: enfrentar um dia de cada vez e acreditar que o próximo vai ser melhor” – Dr. Lúcio Francisco Slovinski, Médico e Diretor Técnico do Hospital Bethesda – Foto: Jonathan Batista/Hospital Bethesda
    “A pandemia traz um desafio novo com grande aprendizado para todos nós, porque todos os dias é uma guerra, uma luta, tendo poucas horas de descanso. Vivemos a agonia do desafio diário de, mais do que nunca, lutar para salvar vidas e isso acaba afetando o psicológico de todas as equipes: a nossa impotência perante um inimigo invisível e desconhecido. A luta é imensa, o sacrifício é grande, o cansaço é generalizado. Mas resta a esperança de um dia melhor. É isso que nos sustenta em pé: enfrentar um dia de cada vez e acreditar que o próximo vai ser melhor” – Dr. Lúcio Francisco Slovinski, Médico e Diretor Técnico do Hospital Bethesda – Foto: Jonathan Batista/Hospital Bethesda
  • 2 de 9
    “Vivemos no limite da exaustão, física e mental, o tempo todo. Certamente é o maior desafio das nossas vidas profissionais e pessoais. Trabalhar na pandemia é seguir diariamente o mantra ‘força, foco e fé’” – Letícia Schneider Breis, nutricionista do Hospital Bethesda – Foto: Jonathan Batista/Hospital Bethesda
    “Vivemos no limite da exaustão, física e mental, o tempo todo. Certamente é o maior desafio das nossas vidas profissionais e pessoais. Trabalhar na pandemia é seguir diariamente o mantra ‘força, foco e fé’” – Letícia Schneider Breis, nutricionista do Hospital Bethesda – Foto: Jonathan Batista/Hospital Bethesda
  • 3 de 9
    “Auxilio todos os dias na intubação de três a quatro pacientes, trabalhando onde ocorre o mais alto grau de contaminação. Apesar do cansaço, amo muito o meu trabalho e sou guiada por uma fé profunda em Deus” – Kátia Regina Wilcke Tamasia, fisioterapeuta e coordenadora do serviços de fisioterapia do Hospital Bethesda – Foto: Jonathan Batista/Hospital Bethesda
    “Auxilio todos os dias na intubação de três a quatro pacientes, trabalhando onde ocorre o mais alto grau de contaminação. Apesar do cansaço, amo muito o meu trabalho e sou guiada por uma fé profunda em Deus” – Kátia Regina Wilcke Tamasia, fisioterapeuta e coordenadora do serviços de fisioterapia do Hospital Bethesda – Foto: Jonathan Batista/Hospital Bethesda
  • 4 de 9
    “Trabalhar durante a pandemia está sendo um grande desafio, pois vivenciamos todos os dias momentos de muita luta e angústias, mas não é por isso que deixaremos de guerrear.Temos a certeza e a fé em Deus de que essa luta irá passar, pois unidos nós jamais seremos vencidos” – Simone Vicente Bruske, técnica de enfermagem do leito de isolamento no setor de UTI Geral do Hospital Regional de Joinville – Foto: Bruna Mazzuco Benedet/Hospital Regional de Joinville
    “Trabalhar durante a pandemia está sendo um grande desafio, pois vivenciamos todos os dias momentos de muita luta e angústias, mas não é por isso que deixaremos de guerrear.Temos a certeza e a fé em Deus de que essa luta irá passar, pois unidos nós jamais seremos vencidos” – Simone Vicente Bruske, técnica de enfermagem do leito de isolamento no setor de UTI Geral do Hospital Regional de Joinville – Foto: Bruna Mazzuco Benedet/Hospital Regional de Joinville
  • 5 de 9
    “É um período diferente, com desafios diários. Cada dia é uma caixinha de surpresas. Estamos sim fazendo a diferença na vida das pessoas. Muitos de nós estão exaustos e cansados, mas não desistiremos dessa batalha diária” – Franciele Regina Quadke, enfermeira coordenadora do setor de Covid Moderado do Hospital Regional Hans Dieter Schmidt – Foto: Letícia Veloso/Hospital Regional de Joinville
    “É um período diferente, com desafios diários. Cada dia é uma caixinha de surpresas. Estamos sim fazendo a diferença na vida das pessoas. Muitos de nós estão exaustos e cansados, mas não desistiremos dessa batalha diária” – Franciele Regina Quadke, enfermeira coordenadora do setor de Covid Moderado do Hospital Regional Hans Dieter Schmidt – Foto: Letícia Veloso/Hospital Regional de Joinville
  • 6 de 9
    “Não venho trabalhar com medo, mas com vontade de fazer as coisas melhorarem pois amo o que faço. É preciso acreditar que tudo isso logo vai passar” – Evelin Wossgrau, Gerente de Enfermagem do Hospital Geral Joinville – Foto: Hapvida/Divulgação
    “Não venho trabalhar com medo, mas com vontade de fazer as coisas melhorarem pois amo o que faço. É preciso acreditar que tudo isso logo vai passar” – Evelin Wossgrau, Gerente de Enfermagem do Hospital Geral Joinville – Foto: Hapvida/Divulgação
  • 7 de 9
    “Os profissionais são muito dedicados, mas estão cansados. Eles abrem mão da vida social e as vezes da própria família para se dedicar ao combate da pandemia” – Hospital Dona Helena – Foto: Hospital Dona Helena/Divulgação
    “Os profissionais são muito dedicados, mas estão cansados. Eles abrem mão da vida social e as vezes da própria família para se dedicar ao combate da pandemia” – Hospital Dona Helena – Foto: Hospital Dona Helena/Divulgação
  • 8 de 9
    “É importante nesse momento que a população colabore, não aglomerando e seguindo as regras de prevenção” – Hospital Dona Helena – Foto: Hospital Dona Helena/Divulgação
    “É importante nesse momento que a população colabore, não aglomerando e seguindo as regras de prevenção” – Hospital Dona Helena – Foto: Hospital Dona Helena/Divulgação
  • 9 de 9
    “Se a população colaborar, a gente vai ter um declínio na curva de contágio e os profissionais vão conseguir absorver os atendimentos com mais tranquilidade” – Hospital Dona Helena – Foto: Hospital Dona Helena/Divulgação
    “Se a população colaborar, a gente vai ter um declínio na curva de contágio e os profissionais vão conseguir absorver os atendimentos com mais tranquilidade” – Hospital Dona Helena – Foto: Hospital Dona Helena/Divulgação

Tópicos relacionados