Gêmeas idênticas nascem com Síndrome de Down em caso raro

Chance deste tipo de ocorrência ser registrada é de 1 em 5 milhões

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Redação ND Joinville

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As irmãs gêmeas idênticas Kennadi Rue e Mckenli Ackerman, nascidas na Flórida, dos Estados Unidos, surpreenderam ao fazerem parte de um caso raro. Ambas nasceram com síndrome de Down. Chances deste tipo de ocorrência ser registrada é de 1 em 5 milhões.

Bebês fazem parte de caso caro de gêmeas com síndrome de Down – Foto: Savannah Combs/ReproduçãoBebês fazem parte de caso caro de gêmeas com síndrome de Down – Foto: Savannah Combs/Reprodução

Savannah Combs, de 23 anos, é mãe das gêmeas e contou ao noticiário News4Jax que a gravidez foi monocoriônica-diamniótica, ou seja, as irmãs dividiam a mesma placenta, mas estavam em sacos amnióticos diferentes.

A mãe explicou ao portal que este tipo de gravidez é rara. “E ainda com síndrome de Down, é algo como uma chance em 2 milhões”, disse Savannah.

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A diretora médica do Hospital Infantil Wolfson, da Flórida, confirmou ao portal Today Parents que a situação é realmente rara. “Para cada 1 mil gestações de gêmeos, cerca de duas terão pelo menos um bebê com síndrome de Down. No entanto, a chance que a gravidez seja de gêmeos e que ambos tenham síndrome de Down é de cerca de 1 a 5 milhões”, explicou a médica.

Gravidez e parto

Conforme o portal UOL, a síndrome de Down pode ser diagnosticada ainda na gravidez por meio da ultrassom morfológica, que indica se há maiores riscos para alterações congênitas e síndromes genéticas. Se a chance para síndrome de Down for alta, os pais podem optar por realizar amniocentese, punção de uma amostra do líquido amniótico.

Ao Today Parents, Savannah relatou que chegou a desconfiar, ainda na gravidez, que as filhas pudessem ter síndrome de Down, mas preferiu não fazer nenhum exame para confirmação por medo de sofrer um aborto espontâneo.

As bebês nasceram dois meses antes do prazo previsto e precisaram ficar cerca de seis semanas no hospital. Agora, a família busca se adaptar à nova rotina com as pequenas.

“Elas frequentam fisioterapia e terapia ocupacional duas vezes por semana e estão prestes a começar a engatinhar”, contou a mãe.

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